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Friday, 15 May 2015 16:27

Ainda lesionado, Varejão celebra vaga na final do Leste

Ainda lesionado, Varejão celebra vaga na final do Leste
"Alcançamos mais um objetivo na temporada, que era chegar à final, vencendo uma das melhores equipes da liga", disse o brasileiro da NBA

 

O Cleveland Cavaliers garantiu vaga na decisão da Conferência Leste da NBA na noite da última quinta-feira, ao vencer o Chicago Bulls por 94 a 73, fora de casa, e encerrar a série melhor de sete em 4 a 2. Quem acompanhou de perto foi o brasileiro Anderson Varejão, que ainda se recupera de lesão e não pôde ajudar seus companheiros em quadra, mas nem por isso deixou de comemorar a classificação.

"Alcançamos mais um objetivo na temporada, que era chegar à final, vencendo uma das melhores equipes da liga, um time que dispensa comentários, jogando bem, com inteligência e maturidade, mostrando força. Temos um grupo, não apenas os titulares, e isso é ainda mais claro a cada partida, temos jogadores talentosos, uma base experiente, é um grupo muito unido e que sabe bem o que quer", declarou.

Agora, o Cavaliers espera o vencedor do confronto entre Atlanta Hawks e Washington Wizards para conhecer quem enfrentará na disputa por uma vaga na decisão da NBA. O Hawks está em vantagem por 3 a 2 e pode fechar a série nesta quinta, em Washington. Varejão, no entanto, não quer saber de escolher um adversário.

"Não dá para achar que esse ou aquele será um adversário mais fácil, porque não existe isso. Quem chega aos playoffs, chega em condições de disputar o título. É tudo muito equilibrado e os confrontos estão mostrando isso, o nível é muito alto", apontou. "Todos os times têm pontos fortes e fracos, vai vencer e chegar às finais quem conseguir explorar melhor os pontos fracos do adversário."

A lamentar, só mesmo a grave ruptura no tendão de Aquiles da perna esquerda, sofrida em dezembro do ano passado, que ainda o tira de ação. Sua participação nos compromissos da seleção brasileira em 2015, como os Jogos Pan-Americanos de Toronto e o Pré-Olímpico de Monterrey, ainda é um mistério.

"É bem mais difícil ficar assistindo, torcendo, ficar sentado e não poder estar dentro de quadra, ajudando, jogando. Mas era bem pior quando eu estava em casa, no início da recuperação. Ao menos agora estou mais perto do grupo e tento passar a melhor energia possível, ajudar incentivando o tempo todo", comentou. Com informações do Estadão Conteúdo.

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