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Wednesday, 04 November 2015 19:07

Palavras do Imam Hussein (a paz e a benção de Deus esteja sobre ele), na epopeia de Hussein, 4ª parte

Palavras do Imam Hussein (a paz e a benção de Deus esteja sobre ele), na epopeia de Hussein, 4ª parte
Neste texto aborda-se a maior preocupação do Imam Hussein (a paz seja com ele): Encorajar para o bom e opor ao mal.

 

Encorajar o que é bom e proibir o que é ilícito era considerado uma das mais importantes preocupações do Imam Hussein. No entanto, aqui surge uma pergunta: caso realizar a responsabilidade de encorajar o bem e proibir o mal, não tenha a condição de que não deve provocar dano a sua vida e a seus bens? Em mudança, o Imam ignorou esta condição, adiantou um grau mais e avançou até oferecer sua vida e o seu próprio sangue e a de seus fiéis e aceitou a prisão de sua família e de suas filhas. Em resposta deve-se dizer que se um assunto afecta a situação social e política a pessoa, como ele deu exemplo, tem que atuar na procura de uma mudança e a forma em que vai caminhar na sociedade é importante, pois o silêncio de cada muçulmano consente e comprometido perante o mal, se considera um pecado imperdoável.

Por outro lado, há que considerar o carácter de encorajar para o bem e proibir o mal. Quem assume a missão de propagar as normas divinas e leis celestiales, isto é, os profetas e os líderes religiosos e seus sucessores, têm um dever especial. De fato, segundo ordena o Deus, todo profeta, no caminho de realizar sua missão, deve por adiante de tal caminho assumir as condições que existe para todo o povo, não criar guerras entre eles e seus inimigos e não transgredir as normas religiosas.

O profeta Abraão (a paz seja com ele) quando se levantou para lutar contra a idolatria e esteve perante numerosas pessoas poderosas do Mal, quebrou todos os ídolos e não teve medo das consequências de seu ato. O João Batista, que por si mesmo não estava a cargo de uma missão, assumiu o resguardo das normas religiosas do passado directamente por parte de Deus, se levantou contra o mal do seu era, e continuou sem temor até que foi decapitado e sua cabeça colocada numa bandeja levada às forças do mal.

E, curiosamente, o Imam Hussein ao longo do caminho de Karbala em todos os lugares, que passava recordava o João Batista e seu assassinato e disse: “por o caso não sabem que o mundo é tão vil e baixo que foi enviada a cabeça degolada de João filho de Zacarias como um presente para um indivíduo impuro e adultero dos filhos de Israel".

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