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Thursday, 05 November 2015 19:54

Palavras do Imam Hussein (a paz e a benção de Deus esteja sobre ele), na epopeia de Hussein, 5ª parte

Palavras do Imam Hussein (a paz e a benção de Deus esteja sobre ele), na epopeia de Hussein, 5ª parte
Neste texto refere-se à carta do Imam Hussein aos anciões da cidade de Basora e seu convite a cooperar e também o desvio do Islã dos califados daquele tempo.

 

Imam Hussein após chegar à Meca, escreveu uma carta aos chefes das tribos da cidade de Basora, na qual expressou o seguinte: "(E depois...) Certamente que Deus elegeu o Mohammad (que a paz seja sobre ele e seus descendente) entre os seres humanos e o honrou com profecia e o elegeu como seu mensageiro porque cumpriu com a responsabilidade da profecia e guiou as criaturas de Deus e depois, o convocou e elevou o seu espírito e nós somos a sua família mais próxima, seus sucessores e herdeiros e os mais merecedores de suceder entre o povo, mas um grupo se apropriou desse direito. Não obstante, nós demonstrámos nossa conformidade e repudiamos todo tipo de sedição e discrepância entre os muçulmanos e preferimos a tranquilidade e o bem-estar dos muçulmanos por sobre nosso direito. Mas agora que envio meu emissário para vocês com esta carta e lhes convido para o Livro de Deus e a tradição de seu Profeta, já que certamente a tradição do Profeta foi esquecida e a inovação foi revivida. Então, se escutam minhas palavras, vos guiarei para o caminho da felicidade. A paz seja sobre vocês, bem como a misericordia de Deus e as suas bênçãos".

O Imam Hussein, nesta carta, além de convidar os habitantes de Basora a participara na sua luta contra a situação anti-islâmica e anti-coránica, explica a posição da família do Profeta e o desvio da direcção do Islã em que estava imerso o califado. O Imam nesta carta também se dedica a avaliar e explicar o princípio da preferência do mais importante respeito ao importante. Na mesma desenvolve a filosofia de silêncio da família imaculada do Profeta num período especial da história e explica o motivo de seu levantamento. O mesmo Imam explica que naquele período da história preferiu-se o silêncio que uma luta aberta ou revolução devido às circunstâncias dominantes naquele momento em que uma revolução não só não levaria a uma solução como os inimigos, aproveitavam desse movimento ao seu favor. Fez a base disso que nós naquele dia calamos, fechamos a porta e assim impedimos as sedições e as perigosas rebeliões e sublevações. E guiamos os muçulmanos ao crescimento e o avanço. Mas agora tem surgido outra etapa e o Islã não está em perigo de só um desvio, mas em perigo de desaparecer. “Nesta condição, há que lutar e se neste caminho morrer um grupo inocentes não só o inimigo não poderá aproveitar disso em seu benefício, como que em longo prazo oferecerá os melhores resultados e valores a favor do Islã”.

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