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terça, 13 outubro 2015 06:03

Dia de Comemoração de Hafez

Dia de Comemoração de Hafez
‘’Se essa beleza Shirazi fazer atrair o  meu coração Eu daria Samarcanda e Bucara por sua pinta preta’’

 

 

Doze de outubro, no Irã é  nomeado o “Dia de Hafez” que coincide com a data do nascimento do famoso poeta e místico iraniano o Hafez. Na noite desta ocasião, será realizada “noite de poesia” no Irã islâmico, em particular nos centros acadêmicos, conferências e reuniões especializadas literárias.

Hafez era o famoso poeta e místico no século XIV. A maioria dos biógrafos o chamou Khaje Shamsuddin Mohammad (conhecido como Hafiz, por volta de 1320-1390) é considerado por muitos como o maior poeta lírico da Pérsia (atual Irã) e um dos poetas orientais mais notáveis. Foi um talento excepcional em diversos campos como a filosofia mística, a poesia ou a teologia. Chegou a aprender o Alcorão de cor, que é o que significa o seu nome (Hafez, o que recorda).

Hafez escreveu em persa e a complexidade linguística de sua poesia explica porque houve poucas traduções ocidentais. Revolucionou a poesia persa na forma do ghazal (poema corto e amoroso, clássico nos trovadores persas e árabes) ao introduzir vários temas numa mesma composição sem perder a harmonia e o ritmo do mesmo.

Goethe escreveu o seu Divão oriental e ocidental inspirado em Hafez, assombrado pela sua liberalidade, ousadia e, sobretudo, pela sua paixão no canto do amor. Nietzsche dirá: “Hafez realmente é aquele que conhece e desfruta” Há que dizer, porém, que a influência sobre o ocidente foi cultural e literária mas não iniciativa. Nota-se no próprio Goethe, pois não há sempre uma compreensão adequada das metáforas e símbolos da tradição oriental. Tende-se a confundir sensualidade, sentimentalidade e espiritualidade. Esta equivocidade afetou aos próprios contemporâneos do poeta persa, e mesmo a sua vinculação com formas organizadas da mística persa não está clara.

Mohammad Golandam, amigo e primeiro coletor de Divan de Hafez, na sua introdução ao livro de Divan de Hafez escrevem: Hafez foi um talento em duas vertentes do conhecimento comum do seu tempo; ciências religiosas e literatura persa e árabe. E na presença de seu mestre Qavam al Din, aprendeu o Alcorão.

Como era muito comun a participação nas aulas de grandes estudioso e místicos, Hafez tambem nestas reuniões conheceu o grande Sufis e estudiosos da sua epoca.

Hafiz viveu no século que uma reminiscência dos ataques devastadores do Mongol e Tatar e Tamerlão em diferentes áreas do Irã, em que os historiadores chamam o sétimo e oitavo séculos como, o mais terrível período da história em termos de massacres e assassinatos.

Província de Fars na época da invasão de Genghis e seus descendentes foram inclusive das conquistas dos reis Salário. A formação literária e científica do Hafez ocorre neste periodo com a sua participação nas reuniões e entre os cientistas, estudiosa e mística e os grandes poetas e com inteligência e talento inato e sua maravilhosa herança, aproveitado desta lagada muito bem nos seus poemas.

Muitos pesquisadores em termos de estilo e conteúdo afirmam a poesia de Hafez como uma combinção do sufismo de Rumi, o amor de Saadi e pensamentos filosóficos de Omar Khayyam.

Hafez criou métodos em lirica que não é visto em outras poesias de grandes poetas persas. Sua poesia tem características singulares, como exemplo, um conteudo político e sociai, a expressão etica e moral e uma sabedoria prática, como a decencia e perdão, criando pesronalidades miticas como o "Rend" e "Pire Moghan".

Entre as características especiais de liricos de Hafiz, é a independência das cada linhas individualmente do ponto de vista do conteúdo e significado.

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