Este Website está sendo descontinuado. Mudamos para Parstoday Portuguese
terça, 29 dezembro 2015 06:11

O profeta, símbolo da unidade no mundo islâmico

O profeta, símbolo da unidade no mundo islâmico
      O grande profeta do Islã, o Mohammed (que a paz e benção divina estejam sobre ele e seus descendentes) tem sido o maior circulo de laços entre os muçulmanos e o motivo de sua unidade nas diferentes épocas.

 

Por isso, os muçulmanos confiam nele, o profeta de misericórdia. Eles amam e sentem grande carinho pelo grande profeta do Islã, que é o eixo de todas as emoções e pensamentos. De facto, este foco de atração é um dos motivos da aproximação dos muçulmanos e as seitas islâmicas um ao outro. Denominada a semana de unidade islâmica, de 12 a 17 de mês do Rabi-ol-Awal (24 a 29 de dezembro), devido às duas narrações sobre a data do nascimento do profeta do Islã. Os muçulmanos tratam de se unir para comemorar o nascimento bondoso do profeta do Islã que defende pela unidade do mundo muçulmano, visando exaltar a honra e orgulho dos muçulmanos com uma firme unidade.

Um das recomendações divinas aos muçulmanos é a protecção da unidade. O sagrado Alcorão na versiculo 103 da surata A família de Imrán diz:

“E apagai-vos, todos, ao vínculo de Allah e não vos dividais, recordai-vos das mercês de Allah para convosco, porquanto éreis adversários mútuos e Ele conciliou os vossos corações e, mercê de Sua graça, vos tornastes verdadeiros irmãos.

Sem dúvida, a unidade dos muçulmanos e a solidariedade entre eles é um dos princípios do Islã. Por tanto, os estudiosos e pensadores de todos os tempos e lugares se esforçaram para materializar este objectivo. De facto, um dos assuntos importantes nas pautas e na tradição do profeta e sua família tem sido a unidade. Este caso e sua realização é uma das preocupações principais dos pensadores e guias religiosos.

Os muçulmanos do mundo, xiitas ou sunitas, não se sentem diferenças quanto aos fundamentos da fé e creem no Deus Único, na missão profética, o mundo do para além e no sagrado Alcorão.

Eles fazem adoração na mesma direção a quibla, jejuam num mês determinado e no tempo especial peregrinam, assim também pagam seu Zakat.  No entanto, apesar dos pontos em comum entre eles, os muçulmanos por desgraça têm permitido que os inimigos do Islã tivessem semeado discórdias e divergências entre eles. A ignorância de alguns ingénuos tem preparado o caminho para que elementos sediciosos na nómina do sionismo e o Ocidente, como os terroristas takfiríes (tipo de Daesh), que causam certas discórdias e diferenças entre os muçulmanos. Dadas às circunstâncias, a Semana da Unidade é uma boa oportunidade para que os muçulmanos pensem sobre sua situação desde o passado para que se una e identifiquem os inimigos jurados do Islã e organizam os planos para neutralizar as conspirações, sendo uma ocasião para identificar inimigos externos e, por outro lado, os elementos ignorantes e os grupos que promovem belicismo, inimizade e a violência entre os muçulmanos, tribos, etnias e diferentes religiões.

Devemos estar atentos pela necessária de solidariedade e unidade visando eliminar os vírus da sedição que está infetado a vida e a energia dos muçulmanos, destruindo a união de muçulmanas. É evidente que num ambiente dominado por inimizade e sedição, o progresso de comunidades islâmicas seria muito lento.

Segundo o jurisprudente xiita, o aiatolá Makarem Shirazi “em nenhum momento da história do Islã, o tema da unidade entre muçulmanos teve tanta relevância que hoje”... Vista isso, os Estados Unidos, a União Europa, o regime de Israel e os países fantoches, todos juntos, se têm conspirado para minar o avanço do Islã no mundo e descarrilhar o progresso dos países e as sociedades muçulmanos, especialmente do Oriente Médio. Nestas condições, para neutralizar as tácticas da islamofobia, além das grandes personagens religiosas e políticos do mundo do Islã, muitos muçulmanos estão decididos de forma unilateral a apresentar os ensinamentos dinâmicos do Islã e as tradições do profeta da misericordia. Neste sentido, no ano passado, algumas senhoras muçulmanas britânicas tinham distribuído entre as pessoas milhares de rosas brancas enfeitadas com as palavras do profeta Mohammed, como parte de seus esforços para promover a paz e a harmonia. Este novo método abriu novos horizontes, pois muitas pessoas foram interessadas de se empenhar em estudar da vida do profeta Mohammed (P.E.C.E), que é o mensageiro da paz e a fraternidade. 

Elas com esta medida demonstraram um exemplo prático aos todos os seres humanos reunidos numa plataforma, sem importar a sua origem étnica, cor de pele ou idiomas. Enviaram  sua mensagem de paz, amizade e harmonia que é a base da civilização islâmica. Assim tal como os inimigos tratam de escurecer o sol brilhante do Islã, os povos do mundo olham ao Islã com uma mirada profunda e estudam as características nobres do último profeta.

O escritor e poeta libanês Riad Malof diz:! Mohammed!, Oh pai de Fátima (P.E.C.E) nós te amamos e te consideramos maior. Teu rito é o rito da justiça, unidade e sabedoria, ainda que não sejam teus seguidores. O sino de nossa igreja, que chama à oração harmoniza com o som do salat, que faz retumbar o som da simpatia, a amabilidade e a fraternidade.

Hoje não são poucas as pessoas que conhecem o profeta Mohammed como o mensageiro do monoteísmo e a unidade. Ele uniu as pessoas sob a bandeira do monoteísmo e após suportar muitas dificuldades e através de medidas adequadas, incluídos a fraternidade e afeto, fez renascer a fé divina entre as pessoas e as tribos dos árabes ignorantes, muitos deles mantinham guerras antigas.

O profeta com a unidade islâmica construiu uma nova civilização e comunidade. Por suposto, as diferenças sempre têm existido entre as comunidades humanas, mas estas divergências não têm que desembocar em guerras ou conflitos.  A divisão e divergência entre homens, as nações e as tribos tem raízes históricas, políticas, económicas e culturais, mas a unidade e a cooperação é um caso natural oriundo junto com a sociedade humana. Efetivamente, a unidade islâmica é comunhão das almas e seu estabelecimento não depende de fatores financeiros, mas que emana de ter a fé no monoteísmo e a ressurreição. A unidade que se prove por benefícios tribais e étnicos ou de classe e segundo os fatores geográficos não pode ser considerada uma verdadeira união e por isso não é sustentável.

O respeito à igualdade e à justiça foi uma das medidas muito eficientes na consolidação da unidade islâmica, tem sido exercito por profeta Mohammed (P.E.C. E).  Ele, no caminho de materializar a unidade, recusou o racismo, os prejuízos sociais, a discriminação, a usura, entre outros. O convite de profeta ao monoteísmo e o fomento pela igualdade eliminaram a ignorância e as discriminações cruéis de tal maneira que prepararam o terreno para que as pessoas de diversas etnias unissem a volta do Islã. Ele, fez com que as pessoas como Zaid Ibne Harese, um escravo da época se tornassem um comandante do exercito islâmico. Uma pessoa de etnia negra, Belal Habashi, foi sua anunciante especial e também agradeceu a Salman Farsi, que era um devoto iraniano. De modo que o querido profeta do Islã enfrentou as discriminações e as incorretas e injustas vantagens sociais e, gradualmente, substituiu-os por valores elevados, entre os que destacaram a piedade.

Comemoramos a Semana da Unidade Islâmica, cujos pactos se baseiam na honra. O Líder Supremo da Revolução Islâmica, o aiatolá Seyed Ali Khamenei, sobre a semana da unidade e a necessidade da união entre muçulmanos diz: "parabenizamos esta semana da unidade que é o momento comum do respeito aos muçulmanos, em que todos consideram importante esta unidade e reunir as forças dos muçulmanos que é o segredo da felicidade e o orgulho da comunidade islâmica e a grande arma das nações contra o imperialismo global".

 

 

 

Add comment


Security code
Refresh

Enlaces