Este Website está sendo descontinuado. Mudamos para Parstoday Portuguese
Thursday, 08 October 2015 10:36

Mubahalah, a razão divina à dignidade da família do profeta (Ahlul-Beit).

Mubahalah, a razão divina à dignidade da família do profeta (Ahlul-Beit).
Vigésimo quarto do mês Zelhajjeh, coincide com um grande evento na história do Islã. Este evento tinha ocorrido enquanto o profeta (PBUH) ainda estava vivo no décimo ano Hégira, a data é conhecido o dia de "Mubahalah".

 

 

A palavra Mubahalah, literalmente, significa a libertação de assunto e a independência. Na expressão do Alcorão e a tradição significa a maldição (maldição recíproca). Na mubahalah, um grupo de pessoas se discute sobre uma questão importante, sem chegar a uma conclusão, se reúnem em um lugar e como o ultimo instrumento, implorar a Deus para se desmascarar o mentiroso e puni-lo. Recorrer a mubahalah, na tradição árabe e entre os seguidores das religiões divinas, com o objetivo de reivindicar a justiça, é um conceito perfeitamente conhecido.

De acordo com as narrativas históricas, no décimo ano Hégria no dia 23 de Zelhajjeh o mensageiro do Islã, o profeta Mohammad (P.E.C. E) junto com a sua filha Hazrate Fatima, o seu genro Hazrate Ali (S.A) e os seus dois netos Hassan e Hussein saíram da cidade de Medina para falar com os cristões da tribo Najran para se fizer a Mubahalah. Agora, na comemoração este dia importante, recorremos ao passado, voltando para o ano decimo Hégria, conhecer as causas de Mubahalah do profeta (P.E.C. E) com estes cristões.

Após a conquista de Meca, no oitavo ano hégria e no momento de grande aceitação e a gloria do Islã na península Arábia, os lideres e personalidades políticos e religiosos e os seguidores de outras religiões, mostravam um atenção especial ao Islã, aos muçulmanos e ao seu centro deste poder maciço, ou seja, à cidade de Medina. Esta foi uma introdução adequada para a propagação do Islã para as partes mais longínquas de Hejaz e até fora de península arábica. O Profeta Mohammad (P.E.C. E) aproveitou a esta oportunidade, enviando cartas, missivas e representantes especiais, aos chefes dos estados de outros países, convidando-os a aceitação do Islã ou reconhecem o governo islâmico, sendo eles comprometidos ao status do Islã.

Muitos dos interlocutores destas correspondências mostraram o seu interesse, vieram para a cidade de Medina, a sede do governo islâmico, conhecendo de perto os muçulmanos, o profeta (P.E.C. E) e o status dos muçulmanos. Portanto, no nono ano Hégria, a região de Taif, gradualmente tinha recebido as delegações das tribos árabes para encontrar com o Mensageiro de Deus (P.E.C. E).

O Arcebispo cristãos de Najran quando recebeu a correspondência do profeta, também decidiu visitar a Medina. Neste sentido, consultou os anciões cristões, formando um conselho. Um dos sábios disse: "nós ouvimos reiteradamente dos nossos líderes que um dia a missão profética passará da linhagem e gerações de Isaac para os filhos de Ismael, provavelmente o Mohammad seja dos filhos de Ismail já prometido." Então, o Conselho pretendia enviar um grupo de representantes de Najran à Medina, discutindo com o profeta Mohammad (P.E.C. E) avaliando as suas razões.

Cristãos de Najran levantaram duas questões principais. A primeira, sobre o convite do profeta do Islã, e em segundo lugar, qual é a opinião de Hazrate Mohammad sobre Jesus Cristo? O profeta do Islã, em resposta à primeira pergunta dos cristãos, convidando-os a adorar o Deus. Em resposta ao segundo ele disse que Jesus era um crente entre os crentes em Deus e não deve ser considerado como filho de Deus. Diante disso, a delegação cristã insistiu em reivindicar a Trindade e o Jesus (S.A) como o filho de Deus, alegando que, se Jesus era um crente em Deus, pois quem era seu pai? Portanto, o profeta (P.E.C. E) disse: "Se Jesus é o servo e a criatura de Deus, então quem será o seu pai? Um ser humano, como a criatura, deve ter um pai".

Neste momento o Anjo da revelação inspirou o profeta o versículo 59 da surata Al-Imran dizendo:" O exemplo de Jesus, ante Alah, é idêntico ao de Adão, que Ele criou do pó, então lhe disse: Seja! e foi”.

Desta forma, o profeta de Deus, com os argumentos curtos e claros, respondeu aos seus questionários, em seguida, disse: "Na realidade, a situação de Jesus é igual ao de Hazrate Adão que foi criado a partir de terra pelo poder infinito de Deus sem os pais, portanto, se ele não tem um pai que é uma fonte de divindade e uma posição ultra-humana, Hazrate Adão é certamente maior e mais digno do que Jesus e o seu nascença (do Jesus) sem ter pai não é uma surpresa, e não é a razão para que ele seja filho de Deus ou sendo adotado como o Deus, porque o tema da criação de Adão (S.A), ainda é mais incrível.

Desta forma, o amado profeta do Islã (P.E.C. E) em conversa com cristões de Najran, citando o Alcorão, argumentou o ponto de vista do Islã sobre o Jesus Cristo (S.A).

Mas, como eles tinham fechado os seus olhos a verdade, e não entendiam a linguagem da razão e da lógica, nenhuma explicação convenceu-os e disseram: “Nós não estamos convencidos”.

Após esta etapa, Allah ordens do Profeta do Islã convocar os cristãos de Najran para executar Mobaheleh, um duelo ou provação em que as partes mutuamente pedem a maldição, amaldiçoando a maldição divina e punição para aqueles que se mentiu. Deus no versículo 61 da surata Al-Imran disse: “Porém, àqueles que discutem contigo a respeito dele, depois de te haver chegado o conhecimento, dize-lhes: Vinde! Convoquemos os nossos filhos e os vossos, e as nossas mulheres e as vossas, e nós mesmos; então, deprecaremos para que a maldição de Allah caia sobre os mentirosos”.

Desta forma, Deus glorificado, disse o profeta como eles não ouriçam as razões e ao ouvir a verdade permanecem teimosos e não aceitam e tinham dúvidas, portanto, convoca-os a Mubahalah, e a maldição de Deus cairá sobre os mentirosos. Eles aceitaram o convite e chegou o dia já prometido.

O sol apareceu na cidade de Medina, e os olhos do povo ansiosos para ver o evento. O povo muçulmano que estava ciente do evento estava presente e sessenta sábios cristões também esperavam impacientes no arredor de Medina para ver o profeta (PBUH) acompanhar com uma grande multidão presenciar na cerimônia.

Os cristãos se reuniram em um grande grupo para o Mubahalah, mas eles foram confrontados com um cenário incrível, porque eles viram o Profeta que abraça seu neto e de mãos dadas para outro se aproximou com sua filha Fátima (S) e Hazrate Ali, que os aconselhou a rezar quando eles dizem amém.

Cristãos de Najran ao ver a serenidade e a estabilidade do profeta do Islã, sozinho com sua família tentou enfrentá-los, espantados tentaram evitar o Mubahalah e estavam dispostos a submeter Assim, mais do que nunca da verdade do Islã, revelados a todos, especialmente aos cristãos. Neste estado, os cristões não se atreveram a fazer o Mubahalah, assim que solicitado um acordo de paz e concordaram em pagar o “Jizieh” (a tributação do Estado islâmico que povo do Livro paga para não lhes cair os deveres religiosos do zakat e khums).

Um Bispo de Najran disse para o Conselho: "Olhe. Ele trouxe apenas a sua filha e seus dois netos e o genro”. Ele tremendo continuou, “todo isto mostra que ele está convicto na sua verdade, trazendo os seus queridos mais íntimos, fazendo-os um escudo para mostrar a sua certeza.”.

A questão da Mubahalah pode ser um sinal mais claro sobre a sinceridade do profeta na questão da sua Missão.

Não é possível, alguém que não esteja seguro no seu relacionamento com o Senhor, entrar definitivamente nesta cena, convidando os adversários para o ato de desmascaramento de mentiroso perante o Deus.

Além disso, este grande evento, juntamente com outros métodos, é considerado uma oportunidade onde o Profeta formalmente introduz seus familiares fiéis abrigar o profético, foram os administradores honestos dos mistérios divinos e, portanto, presentes conselheiros para orientar os muçulmanos depois dele. O Profeta do Islã quando foi para Najran com quatro membros de sua família disse ao seu Senhor: "Meu Deus, esta é a minha família", desta forma a grandeza destes quatro foi revelado, Fátima, Ali, Hassan e Hussein (Paz Deus esteja com eles) para os muçulmanos.

Add comment


Security code
Refresh

Enlaces