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terça, 22 setembro 2015 07:22

A filosofia de repudiar aos pagãos, durante o rirual do Hajj

A filosofia de repudiar aos pagãos, durante o rirual do Hajj
O Profeta (P.E. C; E) disse: “A recompensa por um Hajj aceito não é nada menos que o paraíso.”

 

Hajj literalmente significa ‘partir para um lugar’.  Entre os muçulmanos, entretanto, se refere à peregrinação anual que os muçulmanos fazem à Meca com a intenção de realizar certos rituais religiosos de acordo com o método prescrito pelo Profeta Mohammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele. o Profeta Mohammad, propagou a mensagem de monoteísmo – a mesma mensagem que Abraão e todos os outros Profetas trouxeram – e estabeleceu a lei de Deus sobre a terra.  Empreendeu todos os esforços para fazer a palavra de Deus suprema e sua vitória sobre a falsidade, culminou com a destruição dos ídolos dentro da Caaba que se tornou o centro universal para os adoradores do verdadeiro Deus.

Estamos na feliz epoca da Pregrinação, o Hajj, um modelo de piedade, temor a Deus, pureza, simplicidade e austeridade.

Um quinto da humanidade compartilha uma mesma aspiração: completar, pelo menos uma vez na vida, a jornada espiritual chamada de Hajj, que reúne os muçulmanos de todas as raças e línguas para uma das experiências espirituais mais comoventes da vida. Milhões de peregrinos de toda a parte do mundo viajam a terra de revelação para realizar o mairor repertorio de ritual islâmica. O evento que se representa a unidade e a solidariedade entre todos os muçulmanos. Na cerimônia de Hajj comparecem todos os seguidores da religião islâmica e ao contrário da falsa propaganda dos movimentos terroristas nenhumas ramificações da religião islâmica vai profanar outra.

Um dos rituais importantes do Hajj abrâmico é repúdiar aos pagãos. Nos ultimos anos, esta cerimonia tinha sido ignorado dos rituais do Hajj, mas o Imam Khomeini, o fundador da República Islâmica do Irã o reavivou. Em 1986, a Casa de Saud, em oposição à realização deste ritual, masacrou centenas de peregrinos, entre eles mais de quatrocentos peregrinos iranianos.

O repudio aos pagãos, ou seja, dos idoletras, conforme o Alcorão diz singnifica desprezar aos idoletras e os inimigos do Islã, cortando os laços com eles. Os idoletras não se limitam ao início do islamismo. Enquando se realizar a univesalização e globalização de propagação do Islã, sempre exitem idoletras e a inimizade com o Islã continuará, e sendo necessário repudiá-los, reconhecendo o inimigo.

Disprezar publicamente, os idoletras e as suas instituições, ocorreu pela primeira vez pelo profeta do Islã, quando no oitavo ano, depois da conquista de Meca, os pagãos tinham quebrado os seus compromissos e pactos de não efetuar a hostilidade e agressão.

Os primeiros versículos da surata de Beráat enfatizam este abjuração. O Imam Ali, por ordem do profeta publicou estes versículos na cerimônia de Hajj, no nono ano Hégira.

A declarção de repudio aos pagãos foi um dos eventos históricos importantes no ultimos anos da vida do profeta, sendo assim fortalecendo o Estado Islâmico, inciando o convite universal ao islâmico, enviados os representantes do profeta e a sua mensagem aos chefes de estados e nações estrangeiras.

Assim, no periodo, pois-islâmico, foi pioneiro o Profeta Mohammad (P.E.C. E) em repudiar os pagãos.

Tendo abrangente o empreendimento em o Repúdio aos Politeístas no mundo islâmico, isto significa regeitar os poderes arrogantes e as suas hegemonias. A fonte de todos os sofrimentos que assolou o mundo muçulmano de hoje é a ganância e o expancionismo das potências arrogantes, especialmente a hegemonia dos Estados Unidos. A raiz da desgraça dos muçulmanos é a dominação de arrogância.

O unico meio para acabar com esta dominação dos opressores é a unidade entre muçulmanos.

O mundo islâmico está confrontando problemas e complexas ameaças. Os movimentos terroristas takfires cometem crimes em nome do Islã, crimes que Islam essencialmente repudiá-los. Governos arrogantes e islamofobicos estão tentando tirar a maior vantagem do extremismo e terrorista para a discrepância e a divisão entre as comunidades islâmicas.

A grande congregação do Hajj e o ritual de repudio aos pagãos é uma oportunidade para os muçulmanos conhecerem os movimentos terroristas e os fantoches dos governos arrogantes e dos ocidentais, e duante o qual seja apresentado os ensinamentos e a verdadeira natureza da religião, uma religão da paz, humana e de justiça, bem como rejetando todos estes movimentos terroristas.

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