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Wednesday, 06 May 2015 11:18

O líder do Irã: O povo iraniano não aceita o dialogo baixo a sombra da ameaça+fotos

O líder do Irã: O povo iraniano não aceita o dialogo baixo a sombra da ameaça+fotos
O Líder da Revolução Islâmica do Irã, o aiatolá Seyed Ali Khamenei,  em um encontro mantido com um grupo dos maestros de todo o país disse que não estamos de acordo com conversas que se realizem baixo a sombra da ameaça.

 

 

O aiatolá Khamenei assinalou que os negociadores iranianos conversem, respeitando as linhas vermelhas, não obstante não aceitem a humilhação e a ameaça.

O líder supremo do Irã recalcó que faz uns dias, duas autoridades oficiais estadounidenses ameaçaram com um ataque militar contra o Irã; primeiro, no podem fazer nada, segundo, durante a presidência do ex mandatário dos EUA que ameaçava, tenho dito que já tem terminado o tempo de golpear e fugir.

O aiatolá Khamenei em referência ao caso do Iêmen disse que os atos dos saudíes no Iêmen não são justificable com nenhuma lógica; os estadounidenses estão apoiando este grande crime.

 O líder do Irã afirmou: "Dizem  por que o Irã ajuda a eles (os iêmenitas);  quiséssemos enviar ao Iêmen medicamentos. Os iêmenitas não precisam nossas armas; todos os quartéis do Iêmen estão controlados pelo grupo de Ansarollah".  

Ayatollah Khamenei referiu-se ao bloqueio da ajuda humanitária do Irã , destinado para o povo do Iêmen, por aviões de combate sauditas para sublinhar que o Irã pretende enviar medicamentos para Iémen e não armas, porque "iemenitas não precisa de nossas armas."

Ele também criticou os Estados Unidos por seus apoios militares e inteligências aa Riad e  crimes cometidos pelo regime saudita na guerra contra o apoio de Iêmen. Com a luz verde dos Estados Unidos, a Arábia Saudita começou no último 26 de março, uma ofensiva aérea contra seu vizinho , numa tentativa de restaurar o presidente Abdu Rabu Mansour Hadi, um aliado incondicional de Riad, mas está fortalecendo praticamente grupos extremistas como a Al-Qaeda, que aproveita o caos no Iêmen para intensificar as suas atividades terroristas.

Pelo menos 3.512 pessoas morreram no Iêmen , incluindo 492 crianças e 209 mulheres, enquanto 6.189 foram feridos em consequência da intervenção militar saudita no Iêmen. Iemenitas em qualquer parte do mundo têm  encenado várias marchas em condenar os atentados sauditas e rejeição da  resolução aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) impôs um embargo de armas contra Ansarollah.

Apesar das tentativas por parte do regime Al Saud e suas tentativas de se desintegrar o Iêmen, Ansarollah continua a ganhar terreno contra a Al-Qaeda e forças leais ao Hadi.  

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