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Sunday, 17 May 2015 06:14

Uma reflexão sobre a carta do Lider da Revolução Islâmica aos jovens de Europa e América do Norte (8ª parte)

Uma reflexão sobre a carta do Lider da Revolução Islâmica aos jovens de Europa e América do Norte (8ª parte)
      IRIB- Neste programa aludindo a outro fragmento da carta do Lider iraniano aos jovens do Occidente, estudamos a negra historia da colonização ocidental, particularmente, a colonização da Índia por o Reino Unido.

 

 

Este programa é a oitava parte de uma série que estudamos diversos aspectos da carta do Lider da Revolução Islâmica do Irã aos jovens da Europa e  América do Norte.

Nesta carta, o aiatolá Seyed Ali Khamenei, referindo à onda da islamofobia no Occidente, dirigiu-se aos jovens ocidentais para dizer-lhes que não permitam que as autoridades ocidentais apresentem ao mundo os mecernários terroristas como representados do Islã. Assinalando ao espírito vivo dos jovens que estão em procura da verdade, pede-lhes que conheçam o Islã sem mediadores e através do estudo do Alcorão e os ensinamentos do Profeta Mohamad (P.E.C. E). Numa parte desta carta, o aiatolá Khamenei tem indicado que os novos programas da historiografía mostram que o Occidente em interação com outras culturas e nações tem tido um sistemático comportamento hipócrita e insidioso que após muitos anos remuerde a consciência ocidental, quando ocorreram estes acontecimentos, os governos ocidentais impediram pôr ao conhecimento público esta verdade. O Lider da Revolução Islâmica do Irã expressou sua esperança de que os jovens ocidentais se esfuercen por saber a verdade e evitem as tentativas para atrasar seu conhecimento, com a esperança de que no futuro, com uma consciência mais tranquila, a próxima geração estude a história da interação do Occidente com o Islã. O aiatolá Khamenei, como exemplo da interação pouco construtiva do Occidente com as outras culturas, tem assinalado à história negra de colonialismo. A história de países do terceiro mundo põe de relevo, que a maioria destes povos em diferentes períodos sofreram do colonialismo e das consequências amargas desta dominação. O colonialismo tem sido um fenômeno nefasto para estes países que desde os primeiros anos do século XVII registrou um crescimento acelerado. O poder da força naval e da produção industrial foram dois importantes fatores no sucesso dos países colonialistas.

No programa anterior, brevemene, referimo-nos aos 130 anos de colonialismo de 130 da Argélia pela França, e falemos sobre uma pequena parte das tiranias que os governos galos impuseram a esta nação africana. Neste programa, abordaremos o colonialismo da Índia pela Grã-Bretanha.

A Índia é um grande país com uma civilização muito antiga. A historia da presença humana na península Índia remonta aos duzentos ou quatrocentos mil anos. Mas a primeira civilização, efetivamente, encontra-se nas costerias do rio Sind, há quase três mil anos na cidade queimada no Irã. As escavaçãoes arqueológicas na metade do século vinte indicam que as primeiras civilizações do mundo se encontravam em Mohenjo-Daro e Harrapa. Estas explorações provam que Sind e Punjab durante o terceiro e quarto milênio A.C. eram cidades desenvolvidas e com um alto nível de tecnologia.

A importância histórica e civilizatoria da índia se devem aos seus avanços científicos nas areas médicos, industriais, cientistas, tecnológicos e artísticos. Esta civilização tem tido grande influência na civilização de seus arredores por seu alto nível de espiritualidad e o seu conhecimento amplo da filosofía. De acordo com as estatísticas, 17 por cento do povo da índia são muçulmanos, entre eles quase 70 por cento são Sunitas e seguem a escola Hanafita, e os restantes 30 por cento são seguidores dos Xiismos.

Will Durant, no seu livro "História da civilização", recorda que os arabes levaram a matemática indiana para Occidente e também. Ele refere tambem outros aspectos desenvolvidos na Índia como a filosofia e a religião, afirmando que civilização indiana geralmente e até certo ponto era mais avançada no Oriente. E ainda, explica como a Índia foi invadida e saqueada por invasores britânicos e franceses.

A Índia além de sua situação estratégia pelo acesso a águas livres e situar nas fronteiras entre o sudoeste da Ásia e a Ásia oriental, conta com preciosas minerais naturais e terra fértil que fazem do país rico em que provoca a cobiça e avareza de outras nações, esndo exposto às ataques de alguns governos estrangeiros. Neste contexto, o Grã-Bretanha em 1599 mediante o estabelecimento da companhia "As Índias Orientais" consolidou as bases de seu domínio colonialista nas regiões fértiles do sul da Ásia. A influência e o domínio profundo do governo britânico na Índia após três séculos da fundação desta companhia tinha causado a colonização da Índia, sendo como parte do Império da Grã-Bretanha.

De fato, a Índia era considerada uma fonte de riqueza inesgotável para a Grã-Bretanha, que se levou não só o trigo, a cevada, o algodão e o arroz, mas tambem pilhando ouro, rubíes, esmeraldas e diamantes. O famoso historiador Will Durant, no seu livro "Estrangulamento da Índia", escreve: "O governo britânico, em vez de contribuir para com cultura da Índia, estendeu o costume de beber e o libertinajem entre os habitantes da região. A companhia britânica "As Índias Orientais" fundou o primeiro escritório comercial com muitas lojas, oferecendo a populção bebidas álcoolicas. No incíco da sua presença da Inglaterra, a grande parte dos seus rendimentos abastecia tais lojas e salas". Em outra parte de dito livro lê-se: "vi uma multidão de pessoas que morriam de fome extremo na minha frente. Ficou-me claro que esta escassez, contrariamente ao que alguns têm afirmado não é resultado da superlotação da população ou a ignorância generalizada, nem tem sido causada pelo fanatismo, pois toda esta miséria é consequência do brutal pilhagem, sem precedentes, dos bens de uma nação por outra nação opresora. Eu quero demonstrar quantos anos à Inglaterra chupou o sangue dos índianos e deixou este povo no abismo da morte".

Segundo Jawaherlal Nehru, a ausência de segurança política, os distúrbios, o caos, a escassez de chuva e a política saqueadora dos britânicos, tudo isto, causou que no ano 1770 tivesse ocorrido uma terrível fome na Bengala e Bihar, sem que ninguém pudesse fazer nada para ajudar estes povos. A companhia britânica "As Índias Orientais" apesar de sua poder e possibilidade não sentiu nenhuma responsabilidade perante estas situações. A tarefa principal desta empresa era obter mais rendimentos, benefícindo ao seu favor enchendo sempre os seus próprios bolsos, atuando com grande cuidado e precisão. O interessante é que no relatório oficial da companhia se tinha registrado que apesar da horrível fome e de que um terço da população tinha perdido a vida, eles conseguiram seus rendimentos, explorando os vivos. É evidente que esta companhia tivesse feito acumulado muito dinheiro. É impossível de imaginar e entender que tão desumano e cruel companha tivessem sido tomados o dinheiro de uma gente em situação precária em vez de salvá-los das garras da fome. O Lider da Revolução Islâmica, o aiatolá Khamenei, sobre a exploração da Índia em um discurso disse: "A tendência dos britânicos não vem de bem longe. Em primeiro lugar, o engano e a fraude, e depois se apoderaram das armas e tomaram o poder militar da Índia. Durante muitos anos têm infestado esta terra, humilharam às pessoas débis e saquearam a riqueza deste país. A Inglaterra encheu-se dos tesouros índianos, enquanto a Índia vivia na pobreza e nos desastres. Não só saqueou a riqueza material, como também a riqueza espiritual desta gente, tendo até sido imposto a sua própria língua. Havia centenas línguas indígenas na Índia, que não têm todo o que pode o inglês. Se uma nação perdesse sua língua materna, a história e o patrimônio se perderião as futuras gerações algo que não serão conscientes deles".

O governo britânico no ano 1947, após quase 350 anos de exploraçã da Índia, por diversas razões incluíve a deteriração da situação financeira proveniente da Segunda Guerra Mundial e a falta do apoio interior e exterior, bem como a intensificação de movimentos libertadores na Índia, decidiu acabar o seu domínio colonialista neste país asiático. Não obstante, durante a transição do poder jamais respeitou ao povo que tinha sofrido a tirania de governos fantoches da Índia. E durante a transferência do poder aos liberais, devido à falta de infraestruturas, muitas pessoas inocentes foram assassinadas ou tiveram que deslocar-se. Esta foi a única referência após três séculos e médio de humilhação e opressão de um país que tem uma das maiores e mais antigas civilizações do mundo.

Hoje em dia ainda que não existir colonialismo, o espírito de colonialista e imperialista das potências ainda reina nas relações políticos e econômicos do mundo.

O aiatolá Khamenei, em um de seus discursos, disse: "Desde que os sociólogos definiram o colonialismo, têm passado muitos anos, e agora este fenômeno persiste sob outro nome, ou seja, o neocolonialismo. O colonialismo que está proposto hoje é um conceito totalmente agressivo. O novo colonialismo faz prisioneiras às nações e não lhes permite mover-se, tendo os países exatamente atuar segundo seus instruções e interesses. Milhares de milhões de pessoas vivem na pobreza, a ignorância e exclusões, enquanto na parte superior, (os colonizadores), terá um máximo da prosperidade e a riqueza e o poder".

Em tais condições, o aiatolá Khamenei convoca os jovens ocidentais a meditar seriamente sobre os acontecimentos do dia de hoje no mundo do Islã para que não tiver repetido as mesmas manchas negras do passado ações ocidentais sobre outras nações.

 

 

 

 

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