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Saturday, 23 May 2015 18:59

Uma reflexão sobre a carta do Lider da Revolução Islâmica aos jovens de Europa e América do Norte (9ª parte)

Uma reflexão sobre a carta do Lider da Revolução Islâmica aos jovens de Europa e América do Norte (9ª parte)
      Neste programa, abordando outra parte da carta do Líder da Revolução Islâmica aos jovens ocidentais, comentamos a negra historia dos brancos nos Estados Unidos.

 

 

Estimados ouvintes estamos a sua disposição com a nona parte desta série. Tal como se sabe, durante os últimos anos após o início das ondas do movimento do "Despertar Islâmico" nos países muçulmanos que desemboque a queda dos governos submissos aos poderes ocidentais, se intensificou a onda de islamofobia no Occidente. Os líderes ocidentais que tinham uma negra antecedencia hisórica de colonialismo e atrocidade contra outras nações, desta vez, para evitar que revivacidade da civilização islâmica, puseram nos práticos novos planos. No meio de sua nova estratégia, se incluem a criação de discórdias e divisão entre os diferentes grupos islâmicos, o apoio aberto e em segredo aos grupos terroristas nos países da região de Médio Oriente no massacre e assasinato dos muçulmanos, a forte cobertura mediática procurando denegrir a imagem do Islã e o esforço multilateral para provocar os sentimentos negativos contra esta religião divina, junto a sua população.

Os muçulmanos, por um lado, nos países islâmicos acusados de heresia, eram vítimas das violências dos mercenários terroristas dos imperialimo, e por outro, nos países ocidentais, atacados, meramente por prtaicar islâmismo e de ser muçulmano.

Em tais condições, o líder da Revolução Islâmica do Irã, respeitado entre muitos muçulmanos do mundo, e o consideram sua guia espiritual, atraves de uma carta convocou os jovens europeus e norte-americanos a conhecer o Islã sem intermediarios.

Nesta carta, ele pede aos jovens ocidentais que para conhecer o islã nobre, procuram o Alcorão e os ensinos do Profeta do Islã. Também menciona à história de tiranías dos governos ocidentais sobre outras nações. O lider iraniano esclarece que os políticos ocidentais, estão fazendo tudo isto, com o propósito de impedir a formação de uma consciência coletiva pública a respeito de seus atos desumanos praticados no passado.

O aiatolá Khamenei alude à história negra do colonialismo e a atrocidade contra os indios como um exemplo da interação deshonesta do Occidente com as outras nações. Neste sentido e nos programas anteriores, referimos a colonialisação da Argélia por a França e da Índia pela Grã-Bretanha. Neste programa, referimo-nos ao sofrimento que os indígenas dos Estados Unidos durante séculos tinham suportado pelas autoridades brancas norte-americanas.

Os estadounidenses insinuam que quando entraram no continente americano, esta terra estava vazia de civilização humana e só tinha tribos selvagens e que eles, com a bênção de Deus, morreram de uma variedade de doenças infecciosas e os demais perderam a vida na guerra de honra contra os brancos. Sobre o número da população nativa nos Estados Unidos, há muitas contradições. Nas estatísticas do governo dos Estados Unidos lê-se que quando chegaram os primeiros imigrantes brancos ao novo mundo, ao menos dois milhões de indígenas viviam neste continente e que esta população no ano 1900 se reduziu a 250 mil de pessoas.

Para acabar com as diferenças sobre estas estatísticas, no ano 1950, a Universidade de Califórnia do estado de Brooklyn começou investigações neste terreno e conseguiu concluir que a população dos Estados Unidos, nos tempos de Cristóvão Colombo era a mais de cem milhões de pessoas e que 18,5 milhões deles viviam nos território de atual Estados Unidos.

Antes que Cristóvão Colombo descobrir o continente american onde se encontra tambem os Estados Unidos, nesse território viviam civilizações antigas como a Olmeca, Asteca, Maia e o império dos Incas, entre outras tribos indígenas mais conhecidas desta região. A tribo Maia foi uma das civilizações mais avançadas da América Central que teve muitas conquistas na arte, a arquitetura, a astronomia e as matemáticas. Os Maias constituíram a primeira tribo que no novo mundo tivesse utilizado um sistema de escrita baseado numa combinação de símbolos fonéticos e ideogramas. Algo parecido no alfabeto de hoje, era um tipo de escrita composta por um complexo conjunto de glifos que laboriosamente se pintavam em cerâmica e muros, ainda nçao decifrados alguns restos descobertos. Os Maias também escreveram mais de mil volumes de livros em atira longas. Estes papeis que se dobravam em forma de acordeão, no entanto, hoje só ficam uns poucos já que a maioria tinha sido queimada por espanhóis imigrantes ou destruídos de outras formas ao longo dos anos.

Nas Americas se encontraram vestígios de algumas civilizações como espetacular arquitetura dos edifícios e construçoes. Os altos monumentos de forma geométrica exata como o "Monte Albán" no México que é muito similar aos chamados zigurates de Oriente. E também a estrutura geométrica uniforme "Chichen Itzá" por sua forma de pirâmide recorda às pirâmides do Egito e também o observatório "Caracol" (construído no ano 1250) que provam a presença de uma grande civilização nativa na América. Alem diso, os indígenas americanos eram pessoas bastante decentes e educadas. Eles, quando chegaram os europeus lhes deram boa acolhida. Convidaram-lhes a suas casas e atenderam-lhes. No campo de combate entre os indígenas, o antropólogo Stanley Diamond diz:

"Entre os indígenas assassinar uma pessoa considerava-se um incidente histórico. Se uma pessoa ficava ferida no campo de batalha, paravam-se o combate para retirá-la e levá-la para o tratamento”.

 Cristóvão Colombo quando viu o carinho e a hospitalidade dos nativos desta região, numa carta dirigida aos reis da Espanha, escreveu assim: "Estas pessoas são tão gentis e amáveis, que sseguramente Sua Majestade no mundo não pode encontr uma melhor nação que esta. Amam a seus compatriotas, como suas próprias famílias, suas palavras sempre são doces e suaves e sempre estão sorrindo. Ainda que andem quase nus, seu comportamento é benemérito e agradável".

Estas características dos indígenas causaram que os europeus facilmente entrem neste continente.

Não obstante, isto é só um lado dahistória já que a outro, o verdadeiro, é o comportamento hostil e desumano dos imigrantes europeus com os povos dos territórios conquistados, o que criou um destino amargo para os indígenas das Américas, um fato que entrestece todas as pessoas amantee da liberdade. Ainda que o governo dos Estados Unidos não reconheça oficialmente o número de indígenas que teve desde o início dos ataques dos brancos no norte deste continente, a verdade histórica indica que os imigrantes após descobrir a região de Flórida, desde a madrugada da festa de Pascua do ano 1513, iniciaram um brutal massacre de indígenas. Nesta guerra, morreram milhões de membros das quatrocentas tribos destas terras nativas. No ano 1828, o científico e biólogo francês Jean Louis Berlandier, depois de viajar a Texas e fazer uma ampla investigação, chegou à conclusão de que das 52 tribos índias identificadas na investigação de campo dos franceses em 1678 nesta região, só ficavam quatro e não há vestígio das demais". Os americanos alegam que uns grandes números de indígenas morreram por morte natural ou por doenças infeccionadas. Mas, os pesquisadores asseguram que a causa foi uma guerra biológica sem quartel contra os índios. O escritor estadounidense Henry Dobbins, no seu livro Estatístico e cifras débis", numa análise da variedade de guerra biológica contra os nativos da América, nos últimos quatro séculos, diz: "os brancos europeus para acabar com os indígenas utilizaram 97 doenças mortais entre elas 41 tipos de viruela, quatro de peste, 17 de sarampo, 10 tipos de gripe e 25 de cólera, difteria, tuberculose. Os brancos estavam plenamente conscientes das doenças que estavam propagando entre as tribos nativas".

Um dos exemplos da brutalidade dos imigrantes brancos europeus contra os nativos de América é o evento de Sand Creek. O massacre de Sand Creek ocorreu em novembro de 1864. Os imigrantes brancos decapitaram os homens e violaram as mulheres da tribo Cheyenne. O presidente Franklin Roosevelt na epoca admirou a valentia de seus soldados e considerou-o grande honra. "O acontecimento de Sand Creek tem sido um movimento moral e útil para a comunidade da América, sendo eliminada a raça devil, era inevitável".

Este programa só aborda uma pequena parte da barbaridade que os políticos europeus e norte-americanos têm exercido contra os nativos. Os indígenas que não só não eram grupos selvagens, mas eram dezenas de milhões de pessoas que tiveram uma grande civilização que destacavam em diferentes ciências, tiveram uma vida honorada e digna que os brancos europeus da época nunca tinham visto. Isto é outra pagina negra da história da interação do Occidente com as outras nações que nesse momento estava justificada por uma variedade de argumentos e que agora, após séculos hoje identificados com uma era vergonhosa.

O Líder da Revolução Islâmica, na sua recente carta aos jovens ocidentais, pediu-lhes que procurem a verdade e se esfuercem para conhecer o Islã genuino, consciêntes da entristecedora história da interação do Occidente com o Islã.

 

 

 

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