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Wednesday, 03 June 2015 12:17

Reflexão sobre a carta do Líder da Revolução Islâmica aos jovens da Europa e América do Norte (10ª parte)

Reflexão sobre a carta do Líder da Revolução Islâmica aos jovens da Europa e América do Norte (10ª parte)
      IRIB- Este programa é a décima parte da série, uma reflexão sobre a carta do Líder iraniano, o aiatolá Seyed Ali Khamenei. Nos programas anteriores tínhamos abordado os diferentes aspectos tratadas na carta do aiatolá Khamenei aos jovens da Europa e América do Norte.

 

 

Na continuação desta abordagem, tínhamos dito a motivação da redação da carta, que era convidar os jovens ocidentais a pensar livremente e sem intermediadores, sobre os fatores da intensificação da islamofobia nos países ocidentais. Também nos referimos brevemente de alguns exemplos da interação desumana dos políticos ocidentais com as outras culturas e povos. Neste programa, decidimos analisar uma parte da reação e reflexos dos leitores da carta do Líder sábio da Revolução Islâmica do Irã.

 

Durante os dois meses que se passaram desde a publicação da carta histórica do aiatolá Khamenei, tem havido muitos esforços por muitos oponentes, ou seja, os governos ocidentais e seus aliados, para que esta carta não chegasse aos seus destinatários.  Alguns meios de comunicação, incluindo a imprensa e Internet e sites, publicaram apenas partes dessa carta enquanto outros, distorcendo o teor e na interpretação usando truques de propaganda, com o intuito de desviar a opinião de interlocutores sobre a mensagem principal.

Mas, perante as condições sensíveis do mundo de hoje, a carta do mais alto dignitário da República Islâmica do Irã tem sido tão importante que até mesmo seus adversários foram obrigados a admitir isso. A lógica da carta é a mesma lógica do nobre Islã. Tal lógica com a qual há 14 séculos, o profeta do Islã conquistou as almas dos jovens. A mesma lógica forte que, apesar da discordância categórica ainda é estável.

O Profeta do Islã estava convidando as pessoas a meditar e foram instados a evitar ignorância. Por outro lado, os versículos do Alcorão Sagrado, repleto de sabedoria e conhecimento, foram recitados em todos os lugares. Em contrapartida, os chefes das tribos a quem a injustiça, desigualdade e da ignorância das pessoas estavam em seu favor, recomendando aos jovens de sua comunidade fechar os ouvidos e não escutar as palavras de ultimo Profeta. Eles acreditavam que se os jovens escutassem as palavras do Profeta Mohammad (saudações para ele e seus descendentes), cederiam a sua lógica. Eles diziam aos jovens que as palavras do profeta Mohammad (P.E.C. E) estava para enfeitiçar.

No entanto, a verdade é que a natureza saudável e sadia de idade juvenil não eram indiferentes à verdade maior que era oferecido pelo Profeta. Jovem procurado a verdade com todo o seu espirito e isso levou que a maioria dos seguidores do Profeta fosse jovens. 
Agora, depois de vários séculos, a mesma coisa aconteceu de novo, emergindo um quadro onde os jovens com sua natureza aberta querendo saber à realidade, no meio de muitos adversários que não queiram que a verdade seja revelada. Mas a carta do líder da Revolução Islâmica do Irã adverte as pessoas para estarem cientes de que as superpotências procuram manter os jovens desinformados. Agora, apesar de toda a propaganda destrutiva contra o Islã, o eco de consciências despertadas e da natureza dos buscadores da verdade é ouvido em todos os cantos do mundo. Nós convidamos você ouvir essa ressonância.

A jornalista independente estadunidense Alison Weir, fundadora e diretora executiva do Instituto Informativo “If Americans Knew” (Se os norte-americanos soubessem) e presidenta do Conselho para o Interesse Nacional dos EUA, em relação à carta de aiatolá Khamenei aos jovens ocidentais, disse: "Eu também como muitos outros li esta carta. Ela é maravilhosa, porque trata de levar muitas verdades à juventude. Se eu tiver que falar sobre esta carta deve me referir a algumas partes em que diz. ' Conhecem o Islã através das fontes nobres e da primeira mão. O jovem deve encontrar sua própria verdade". Isso é algo que deve ser constantemente lembrada os jovens, isto é, eles próprios procurarem a verdade e não como os sionistas que nunca disseram a eles vão e conhecem os fatos. Esta carta não pede aos jovens a mudar a religião, e não diz que a verdade é o que ela diz, mas convida os jovens a pensar livremente. "

Ela, a seguir enfatizou: ... "parece-me que esta carta tivesse sido capaz de encontrar os seus interlocutores, obviamente, talvez falte um longo caminho, pois, poderia ser porque as pessoas não estão acostumadas a ler um artigo na Internet. Enquanto isso, muitos jovens na América realmente quer descobrir a verdade”.

Sara Flounders, ativista anti-guerra do Centro de Ação Internacional, em uma entrevista com a agência de notícias IRNA, argumentou: “Aiatolá Khamenei nesta carta pediu aos jovens estudar sobre o Islã e seus ensinamentos profundamente, que conhecem os principais objetivos dos inimigos que tentam desenhar uma imagem irreal desta grande religião”. A ativista americana salienta que o objetivo dos inimigos do Islã é criar uma base para continuar as suas violações nos países islâmicos Ela afirma: "os meios de comunicação norte-americanos que são controlados pelos militares, tentando esconder o conteúdo da mensagem valiosa do líder iraniano a juventude na Europa em particular na América do Norte”.

Por outro lado, os jovens muçulmanos em todo o mundo, especialmente em países europeus, desenvolveram maneiras interessantes para que esta carta chegasse a mais pessoas. O relacionamento direto face a face é um destes métodos que ao lado das atividades no ambiente virtual e a celebração de reuniões sobre o assunto têm sido consideradas soluções atraentes para a difusão desta mensagem sábia. Por exemplo, um grupo de jovens muçulmanos na cidade alemã de Delmenhorst, numa manhã de um dia ensolarado e fresco de fevereiro, fizeram uma interessante decoração em uma avenida, distribuindo aos jovens que passavam a carta do Líder. De acordo com o site "Islã em alemão", a decoração era muito interessante que os transeuntes pararam para olhar.

A Antropóloga cultural e presidente da Assembleia de Antropologia Ancis da Itália, Tiziana Ciavardini, em uma análise da carta de aiatolá Khamenei aos jovens ocidentais, disse: “o que está escrito nesta carta é completamente correto, então nós temos que aprender com a verdadeira fonte”. Esperamos que esta carta vá ajudar os jovens a estudar o Islã como uma religião. Ela recordou que o aiatolá Khamenei tinha dito que havia muitas informações erradas sobre o Islã no Ocidente.

Infelizmente, nos países ocidentais, as pessoas que se apresentam como especialistas do Islã, realmente não compreendem esta religião e até mesmo aqueles que querem dar uma má imagem do Islã, muitas vezes nem sequer sabem o que falar. Este caso é uma das razões para o aumento da islamofobia no Ocidente. "Ciavardini também observou que" quando foi publicada esta carta pela primeira vez em língua Inglesa nos sities, tinha pensado que esta carta seria histórica. “A meu ver, esta carta diz mais do que palavras. No futuro vamos observar o poder das palavras do líder do Irã”, concluiu a pesquisadora italiana.

Por seu lado, o professor universitário norte-americano Richard Falk, de 84 anos, que desde 2008 tem sido relator especial para os direitos humanos dos palestinos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, escreveu sobre esta carta: "Esta carta contém belas matérias e, embora dirigida aos jovens, é importante para todos. Os eixos desta carta são a pedra angular da espiritualidade e da moralidade da comunidade que pode ser estendido para toda a humanidade. A existência de sentimento neste tempo é muita necessária porque ser capaz de destruir a desconfiança e ajudar a criar a segurança no mundo”.

Além disso, em uma pesquisa no site Reddit, ela pediu aos usuários: "Qual é a sua reação à carta de aiatolá Khamenei aos jovens ocidentais". Usuários responderam a esta pergunta e criaram um debate. Entre essas opiniões, nós escolhemos a opinião de um jovem norte-americano como o melhor comentário.

"Na idade de 30 anos, me sinto uma parte dos interlocutores da presente carta. Quando o evento de 11 de Setembro aconteceu eu estava na escola. Naquela época vivia em uma pequena cidade, não tinha tido a oportunidade de saber sobre o Islã. A mídia tinha formado quase completamente minha opinião sobre o Islã, por exemplo, havia duas correntes uma é principal e pacifista e outra marginal e radical. Esta carta é poderosa e, através dela, eu percebi que a linguagem utilizada pelos meios de comunicação, de hoje, é apenas para chamar atenção aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial e isso é terrível. Esta carta me mostrou que eu não tenho conhecimento das orientações do Islã, e essa é uma questão que eu quero mudar”.

Ele acrescentou: "Embora eu me considere uma pessoa de pensamento livre e consciente, não posso negar os golpes que me deram as discussões de autoridades do governo e representantes da mídia sobre o Irã e a sua influencia na minha mente inconsciente. E essa coisa que me surpreendeu quando eu vejo o tom pacifista e inteligente da presente carta. Espero que as pessoas leem-na. Estou preocupado que muitas pessoas não lessem esta carta. Mas precisamos de muitas mensagens,” concluiu o jovem americano.

No próximo programa estudaremos as outras dimensões desta carta histórica e tentar contar uma pequena parte dos comportamentos maliciosos dos governos ocidentais em diferentes países ao longo da história e também explicar alguns ensinamentos do Islã que não são aceites pelos poderes e extremistas destes governos.

 

 

 

 

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