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terça, 01 março 2016 12:29

O encontro da população da cidade de Najaf Abad com o Líder supremo do Irã

O encontro da população da cidade de Najaf Abad com o Líder supremo do Irã
Nestes dias o Irã islâmico está com a vitalidade e o animo criados por celebração de duas eleições importantes. Há 37 anos, no decorrente de uma revolução islâmica, liderada por Imam Khomeini, o regime imperial e monárquico foi substituído por um sistema da República Islâmica no Irã.

Durante estes anos, o povo revolucionário iraniano em média a cada ano, tem ido às urnas, votando em várias questões desde o referendo para escolher a República Islâmica até eleger os seus representantes no Parlamento, membros da Assembleia dos Peritos e o Presidente da República.

O doce sabor da independência e a dignidade e exaltação, são frutos da resistência da nação, que com a força da fé e determinação tem enfrentado as exigências exageradas das potenciais e não se aceitou a subordinação para os seus filhos. Nestes dias os iranianos foram expostos à outra prova.

O líder da Revolução islâmica, Aiatolá Khamenei no seu encontro com um grupo da população da cidade de Najaf Abad, proferiu um importante discurso na qual enfatizou na necessidade de uma participação consciente do povo nas questões importantes do país. A seguir apresentamos a transcrição dos pontos essenciais deste pronunciamento.

Líder da revolução islâmica ao saudar o povo de Najaf Abad, e os considerado exemplos de homens e mulheres revolucionários, devotos e fieis de todos os tempos da revolução, afirmou: "quando a campanha e o movimento islâmico estavam prematuros, a cidade de Najaf Abad era o ponto de florescimento de pensamento de luta." Ele ao referir os sacrifícios e à resistência de pessoas nesta cidade durante oito anos de guerra, acrescentou: "os seus nomes estão gravados na pagina radiante da revolução. (Mas) que ainda não chegamos ao fim da luta, e que devemos resistir e ir à frente, empenhando em lutar em campos diferentes. Se pudéssemos entregar à geração futura esta Revolução, teríamos o nosso dever cumprido.”.

Aiatolá Khamenei ao referir aos dias de celebração do martírio da querida filha do Profeta do Islã, a Hazrate Fatemeh az-Zahra (SA) e disse, “Amir al-Mo’menin nesses dias está despedindo com um coração partido, e triste, à sua querida esposa e está devolvendo a valiosa e preciosa presente do Profeta a ele”. O Imam Ali está abalado e triste pelo sofrimento da perda, mais continua determinante, isto é uma lição para nós.

Às vezes existem momentos tristes na vida que podem abalar os sentimentos e corações das pessoas, tanto na vida individual ou social, mas se deve permanecer determinante, e dar passos firmes, existem dores e sofrimentos que podem abalar as montanhas, [mas] o homem devoto não pode quebrar e deve continuar no seu rumo.

Hazrate Fatemeh az-Zahra (S.A) , a filha do profeta (P.E.C.E) faleceu segundo alguns relatos 75 ou 95 dias depois da morte do seu pai, o Mensageiro do Islã. Dizem quando Fatemeh visitava o Profeta (PBUH), o seu pai se levantava como respeito e beijava as suas mãos e dizia “Fatemeh faz parte de mim, quem a contentar, contentou a mim e quem a angustiar está me angustiando”. Fátima, a Resplandecente, tinha apenas 29 anos de idade.

Líder da revolução islâmica, em seguida, apontou para as duas importantes eleições no Irã e disse: a eleição no nosso país é um ato e manifesto da soberania nacional; a nação através da eleição enfrenta o inimigo. Ele observou que nestes 37 anos que passam da vitória da revolução, todas as pressões e propagandas ultrajantes e sanções dos inimigos, não tinham impedido o povo de abandonar o sistema e isso é um sinal da grandeza da revolução e do povo do Irã. Ele afirmou que quem tiver interesse e afinidade pela dignidade da nação e honra do Irã islâmico, devia participar nesta eleição.

Líder de revolução islâmica apontando aos vários truques de inimigos para inviabilizar as eleições no Irã, afirmou: “no início da revolução, o inimigo tentou mostrar que não se realize no país a eleição, mas nós, a frente dos olhos do mundo tínhamos celebrado as eleições”. Então, logo a seguir optou por desacreditar o povo de não participar das eleições, mas cada vez mais tem aumentado a participação do povo.

Na próxima etapa, o inimigo tentou convencer o povo que o seu voto era fútil e os resultados sempre são predeterminados. Mas a experiência do povo iraniano mostrou que o que determina o destino da sociedade é a sua própria escolha.

Aiatolá Khamenei afirmou como os truques anteriores do inimigo, não tinham impedido a afluência às urnas, teria escolhido outro caminho, e foi criado um falso campo de bipolaridade.

Líder da revolução islâmica considerou a eleição como uma corrida na qual a competição é natural e esta concorrência não significa hostilidade ou divisão, mas o inimigo esforça interpretar esta competição natural e esta vitalidade, numa falsa bipolaridade ente a nação iraniana.

Aiatolá Khamenei assinalou: “no Irã islâmico só existe uma bipolaridade que é a Revolução contra a Arrogância”. Isto significa que os sobreviventes da época da dominação da arrogância e os seus parceiros não se estabeleceram boas relações com a revolução, mas a maioria do povo é revolucionário, interessado pela causa do regime islâmico, e o Imam Khomeini.

O Líder da revolução islâmica explicando a nova abordagem do inimigo contra a nação iraniana, e frisou: “fingem que uma parte está optando por um parlamento partidário do governo e outra parte da população defende de um parlamento da oposição do governo, isto não é certa, a nação iraniana, não quer um Parlamento partidário do governo ou contra ele, ela requer um parlamento que se conheça o seu dever e missão; consciente da responsabilidade que definiu a Constituição; um parlamento empreiteiro, corajoso, e convicto que não se intimida dos Estados Unidos; seja interessado pelo Progresso real no país, e a formação de jovens talentos no progresso cientifica do país”.

Líder da revolução islâmica na outra parte do seu discurso mencionou ao risco da influência externa e disse: “os EUA, após a era de negociações nucleares, traçaram um plano para o interior do país e também para a região”. Eles sabem quem está enfrentando os seus objetivos nefastos. A infiltração e influência, não significa necessariamente subordinar as pessoas com dinheiro para que se penetrem em certas instituições; as vezes o infiltrado não se sabe que está influenciado por inimigo. O Imam Khomeini tinha dito que as vezes a palavra do inimigo se torna convencível através de intermediários. Aiatolá Khamenei exortou que o povo deve estra em alerta, consciente e cuidadoso.

Ele enfatizou que quando o inimigo expressa favoritismo a um candidato com a intenção de criar divergência, neste caso é necessário se recorrer ao instrumento de repudio. Aiatolá Khamenei se refere às palavras do Imam Khomeini quando disse “quando o inimigo está elogiando-nos, devemos fazer um auto critico e averiguar que já tivéssemos cometido o mal”. Esta palavra do Imam Khomeini é a nossa orientação e diretrizes em enfrentar o inimigo firmemente e com os olhos abertos. Há pouco tempo, os meios de comunicação ocidentais com a ingerência óbvia nos assuntos internos do Irã, instaram as pessoas a votar nas pessoas especificas.

Ele considerou que as interpretações como radicais e moderados, são derivadas da retorica política do inimigo da revolução e afirmou que na visão do inimigo, o Imam Khomeini era o mais duro e radical. Ele precisou que o Islã defende a moderação, mas o caminho da moderação é a uma linha reta que não se desvia pela esquerda ou direita pervertida e a moderação no Islã, não está contra a linha-dura. Ele afirmou que um movimento acelerado nesta linha reta não é uma coisa ruim. Ele a seguir frisou: o proposito do inimigo de usar o teme de "radical" é aqueles que estão firmes e determinados na defesa da Revolução, e os mais moderados são os que se cedem às ambições das norte-americanas e britânicas. O líder iraniano mencionou que eles também chamam o Daesh como radical e da linha-dura enquanto ele não é da linha dura, mas é pervertido e desviado do Islã e o Alcorão. Ele exortou os movimentos internos de não utilizarem estes termos da literatura do inimigo.

Aiatolá Khamenei no final do seu discurso com a referência ao impacto da escolha do certo e errado sobre o destino da nação chamou para a importância de escolha correta e precisa que além de satisfazer a vontade divina, proporciona um resultado correto. Ele aconselhou as pessoas de se informar sobre o compromisso, coragem e força de vontade, determinação dos candidatos e ganhar conhecimento sobre eles através das fontes confiáveis. O Líder enfatizou: "quando vocês estão trilhando em direção do caminho divina, o Deus Todo-poderoso definitivamente vai vos ajudar." Ele anunciou ao povo muçulmano do Irã: "com todo o esforço que o inimigo depositou desta vez, Deus todo-poderoso determinou a sua vitória final nesta batalha e Ele decepcionará os inimigos da nação e não haverá nenhum prejuízo a esta revolução e ao sistema islâmico".

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