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Saturday, 05 September 2015 08:40

Dilma nega tensão com o Congresso e pede defender a estabilidade

Dilma nega tensão com o Congresso e pede defender a estabilidade
O presidente do Brasil, Dilma Rousseff, na sexta-feira pediu ao seu povo para defender a estabilidade do país em meio à situação sócio-política difícil no país sul-americano.

 

"Todas as pessoas, o governo, o presidente, todo mundo deve ser guiada por um princípio, o princípio da estabilidade do país", disse Rousseff durante uma entrevista com a imprensa local no nordeste do estado da Paraíba. Ao questionar a relação tensa entre o governo e o Congresso Nacional, o presidente observou que "em uma democracia, é absolutamente natural o debate" e que haja "diferenças". Há apenas calma em cemitérios, fora dos cemitérios pessoas têm o direito de discordar, de dizer o que pensam", disse Rousseff.  Ele reiterou que a relação entre o executivo e o legislativo é "amigável" e "construtivo", apesar de Congresso resiste na aprovação de grandes e importâncias projetos do Governo.  Estas declarações são liberadas enquanto Rousseff durante as últimas semanas várias cidades testemunharam enormes passeatas contra o governo.   Sete de cada 10 brasileiros querem Rousseff  submetido a uma moção de censura, uma vez que a responsabilidade pela recessão da maior economia do continente sul-americano e do recente escândalo de corrupção na companhia petrolífera estatal Petrobras. Rousseff enfrenta um pedido de impeachment por suposta responsabilidade do Governo  no desvio de dinheiro registrado na companhia petrolífera estatal Petrobras  e a má gestão da economia, que vai encolher este ano, se a tendência continua de 1,5% .  A este respeito e no mesmo dia, o brasileiro vice-presidente Michel Temer, reconheceu que Dilma não deverá concluir o seu mandato devido à baixa classificação de aprovação de seu governo.  "Hoje, o índice é realmente muito baixo", disse Temer referindo-se a aprovação de 8% atribuídos nas pesquisas a Rousseff, e observou que "ninguém pode resistir três anos e meio", com apoio e rejeição tão pequenas taxas em torno de 70%.

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