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Wednesday, 10 February 2016 08:05

Cresce campanha a favor de nova candidatura presidencial de Evo

 Cresce campanha a favor de nova candidatura presidencial de Evo
Quando faltam apenas 12 dias para o referendo constitucional na Bolívia, cresce a campanha a favor da recandidatura do presidente Evo Morales, e contra a guerra suja da oposição para captar os indecisos.

Uma vitória do Sim na consulta de 21 de fevereiro permitiria modificar o artigo 168 da Carta Magna e daria a possibilidade ao atual presidente e ao vice-presidente, Álvaro García Linera, de apresentar sua candidatura nas eleições gerais de 2019.

 

"É preciso dizer Sim ao trabalho, à estabilidade política, econômica e social que temos tido nestes 10 anos para dar continuidade a todos os avanços", disse a ministra de Saúde, Ariana Campero.

 

A titular rechaçou a guerra suja e as estratégias condenáveis utilizadas por setores opositores para desacreditar o presidente Evo Morales.

 

E é que enquanto o governo centra sua campanha nos avanços econômicos e sociais alcançados em uma década; a direita e seus patrocinadores, carentes de propostas concretas, usam documentos falsos para manchar a figura do chefe de Estado.

 

"Realmente é uma pena o que está acontecendo", afirmou o presidente da Federação de Juntas de Vizinhos de La Paz, Jaime Vera, que chamou a oposição a agir na base de propostas concretas e não com mentiras.

 

A campanha estendeu-se para as redes sociais, onde centenas de internautas utilizam o Facebook, Twitter, WhatsApp e YouTube para defender o presidente e rechaçar os ataques da oligarquia.

 

"Força Evo, a oposição não poderá deter o processo de revolução", publicou no twitter Karla Rosales; enquanto Noel Alcocer afirmou que "façam o que façam com toda essa guerra suja, o Sim ganhará categoricamente".

 

Um triunfo na consulta popular permitiria a Bolívia continuar com o processo de mudanças iniciado em 2006 com a vitória do primeiro presidente indígena.

 

Poucos países no mundo conseguiram em tão pouco tempo os avanços econômicos, sociais e culturais registrados nesta nação, segundo mostram as estatísticas.

 

A nacionalização dos hidrocarbonetos e a redistribuição da renda permitiram tirar da pobreza mais de dois milhões e meio de pessoas.

 

O país foi declarado livre de analfabetismo e a economia tem crescido a uma média anual de 5%, um dos mais altos da região.

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