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Sunday, 26 April 2015 14:29

Tais Pelo menos 4 civis morreram em confrontos entre rivais no Iémen

Tais Pelo menos 4 civis morreram em confrontos entre rivais no Iémen
Pelo menos quatro civis morreram hoje em bombardeamentos entre milícias xiitas 'huthis' e grupos tribais na cidade de Tais, no sul do Iémen, em que morreram também seis xiitas numa emboscada.

 

Vários testemunhos explicaram à Efe que os combatentes 'huthis', apoiados por forças leais ao ex-presidente iemenita Ali Abdalá Saleh, atacaram indiscriminadamente bairros residenciais da cidade com tanques e artilharia.

Os bombardeamentos centraram-se nas zonas de Al Mesbah, Al Ijua, Al Dabuá e Al Rauda.

Fontes médicas adiantaram que quatro habitantes da cidade morreram e que outros 30 sofreram ferimentos nesses ataques e nos confrontos entre os grupos rivais.

Por outro lado, fontes da milícia "Resistência Popular", constituída por combatentes tribais leais ao presidente iemenita, Abdo Rabu Mansur Hadi, revelaram que mataram seis 'huthis' e feriram outros cinco numa emboscada na área de Bir Basha.

A 21 de abril, a coligação árabe anunciou a suspensão da operação "Tormenta de Firmeza", depois de quase quatro semanas de bombardeamentos, e o início da campanha "Devolução da Esperança" para reconstruir o país.

No entanto, desde então, atacaram várias zonas do país onde estão milícias xiitas e, hoje, os aviões da coligação árabe bombardearam o palácio presidencial de Sanaa e o quartel da Guarda Republicana da zona de Yabal al Nahdein.

O novo emissário das Nações Unidas vai tentar relançar o diálogo para alcançar uma solução política no Iémen, paralisado há um mês depois do início dos bombardeamentos da coligação militar liderada pela Arábia Saudita e constituída por dez países árabes sunitas.

A missão do diplomata Ismaïl Ould Cheikh Ahmed, que sucede a Jamal Benomar, anuncia-se muito difícil, uma vez que continuam os combates no terreno e ataques aéreos da coligação.

Os rebeldes xiitas exigem o fim da operação militar da coligação para que se possa voltar à mesa de negociações, que foram interrompidas a 26 de março, na sequência de ataques aéreos.

Entretanto, a União Europeia manifestou hoje a sua "satisfação" com a nomeação do novo enviado especial da ONU para o Iémen, colocando-se à disposição para "apoiá-lo de imediato" para resolver os confrontos no país.

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