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segunda, 07 março 2016 07:45

Turquia rejeitou novamente a partição da Síria

Turquia rejeitou novamente a partição da Síria
O primeiro-ministro da Turquia, Ahmet Davutoglu insistiu novamente no domingo que seu país não é a favor da fragmentação da Síria e defendeu a integridade desta nação árabe.

"Insistimos na integridade da Síria e não querem este país dividido”, disse Davutoglu a repórteres antes de partir para Bruxelas, capital da Bélgica, onde está programado para se encontrar com a Chanceler alemã, Angela Merkel, e outras altas autoridades europeias. Davutoglu disse que o governo turco não irá permitir novas partições no Oriente Médio como aconteceu com o acordo Sykes-Picot : um pacto secreto assinado 1916 entre o Reino Unido e a França que definiu "esferas de influência e controle" desses dois países na região após a vitória contra o império otomano.

"Cem anos atrás Sykes-Picot rasgou a região e não permitimos que o mesmo aconteça: vamos lutar para o Oriente Médio permanecer unidos", disse ele.

Ele também lembrou que, além de outros países da região, tanto a Turquia e o Irã coincidem nesta posição, e farão o que for necessário para proteger a integridade do Oriente Médio e países vulneráveis como a Síria e o Iraque, que há dois anos sofreram ataques por grupos terroristas como Daesh e a Frente Al-Nusra (afiliado Al-Qaeda na Síria). Ele voltou a criticar também a campanha aérea da Rússia sobre a Síria, afirmando que o recente bombardeamento de aviões militares russos violara o cessar-fogo que entrou em vigor em 27 de Fevereiro.

Desde o início da crise síria, em 2011, a Turquia e outros países da região e ocidentais pediram que o presidente sírio, Bashar al-Assad deixasse o poder, utilizando até várias forças neste sentido. Ao mesmo tempo, no entanto, eles dizem que vão respeitar a decisão do povo sírio sobre o futuro do presidente. Apesar das alegações de que o governo de Ancara manter a unidade do Oriente Médio é evidência a sua cumplicidade com grupos terroristas no Iraque e na Síria e estes, com seus ataques mortais e atos terroristas, poderiam causar a separação destes dois países.

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