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Saturday, 27 February 2016 15:27

Cresce o número de mulheres que se juntam ao Daesh

Cresce o número de mulheres que se juntam ao Daesh
O comitê antiterrorista da ONU alertou neste Segundo o relatório apresentado, cerca de 550 mulheres europeias viajaram para território controlado pelo grupo extremista Estado Islâmico e, em alguns países, representam entre 10 e 20% dos chamados "combatentes estrangeiros".

"As mulheres estão desempenhando funções importantes nos movimentos terroristas desde há muito tempo. No entanto, dada a magnitude da sua participação na prática de atos de terrorismo e de extrema violência, é preciso fazer uma análise mais séria e urgente", refere o documento.

O diretor-executivo do comitê, Jean-Paul Laborde, disse, em conferência de imprensa, que o número de jovens mulheres que prometem fidelidade ao grupo extremista através da Internet aumentou.

No total, a ONU calcula que pelo menos 30 mil pessoas deixaram os seus países para se juntarem a organizações terroristas, a maior parte das quais na Síria e no Iraque.

No relatório, o comitê manifesta também preocupação com os combatentes estrangeiros que regressam aos seus países de origem.

A maior parte deles não participou em ações terroristas, mas foram bem treinados, o que os torna mais perigosos.

O comitê antiterrorista da ONU recomenda aos países para considerarem alternativas à prisão daqueles "combatentes estrangeiros", que regressam ao seu país e que não cometeram delitos graves. (27) para o aumento do número de mulheres europeias, adultas e jovens, que estão se juntando a grupos terroristas, incluindo os extremistas do Daesh.

Segundo o relatório apresentado, cerca de 550 mulheres europeias viajaram para território controlado pelo grupo extremista Daesh e, em alguns países, representam entre 10 e 20% dos chamados "combatentes estrangeiros".

"As mulheres estão desempenhando funções importantes nos movimentos terroristas desde há muito tempo. No entanto, dada a magnitude da sua participação na prática de atos de terrorismo e de extrema violência, é preciso fazer uma análise mais séria e urgente", refere o documento.

O diretor-executivo do comitê, Jean-Paul Laborde, disse, em conferência de imprensa, que o número de jovens mulheres que prometem fidelidade ao grupo extremista através da Internet aumentou.

No total, a ONU calcula que pelo menos 30 mil pessoas deixaram os seus países para se juntarem a organizações terroristas, a maior parte das quais na Síria e no Iraque.

No relatório, o comitê manifesta também preocupação com os combatentes estrangeiros que regressam aos seus países de origem.

A maior parte deles não participou em ações terroristas, mas foram bem treinados, o que os torna mais perigosos.

O comitê antiterrorista da ONU recomenda aos países para considerarem alternativas à prisão daqueles "combatentes estrangeiros", que regressam ao seu país e que não cometeram delitos graves.

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