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segunda, 08 fevereiro 2016 09:36

O pensamento revolucionário islâmico em contraste com um pensamento perverso e atrasado

O pensamento revolucionário islâmico em contraste com um pensamento perverso e atrasado
Neste comentário, faremos um estudo comparativo entre o penosamente subjacente à Revolução islâmica e os movimentos atrasados e perversos.

Em qualquer Revolução, um povo exausto de injustiça e opressão dos governantes tiranos, se levanta e depois de passar altibaixos, vai derrubar este governo disputo. Mas o governo, que irá substituir o antigo governo, depende de opinião do povo e os líderes da revolução. A gloriosa revolução islâmica no Irã encaminhou as mesmas etapas desde o início, e povo muçulmano, escolheu a religião progressista e instrutiva como parte da sua revolta e o sistema politico e social que rege o país. Foi precisamente por esta razão que os iranianos aceitaram um jurisprudente proeminente islâmico e corajoso, como o Imam Khomeini (que Deus o abençoe) para dirigir a sua revolução e aceitaram seguir as suas orientações. Portanto, era natural que depois da vitória do movimento popular, em fevereiro de 1979, o Irã elegesse um sistema islâmico. Imam Khomeini (RA) sobre o pensamento islâmico da revolução iraniana afirmou: “a vitória da nossa revolução, foi alcançada graças ao Islã e a tendência islâmica com grita de “Allahu Akbar".

Sabemos que existiam sempre várias abordagens do Islã entre os muçulmanos. Mas o Imam Khomeini considerou o pensamento e a conduta fundada na Republica islâmica do Islã, como o Islã verdadeiro e original e segundo ele o "Islã do profeta Mohammad (P.E.C. E)" que incide sobre os ensinamentos do Alcorão e os ditos do Profeta (P.E.C.E) e a tradição da sua imaculada família. Pensamento islâmico, enraizado na grande revolução do povo iraniano, durante os 37 anos que tem passado do seu triunfo, cada vez mais ficou brilhante e atraente, de tal modo que hoje milhões de pessoas em todo o mundo estão apoiando os valores da Revolução Islâmica do Irã. Especialmente nos últimos anos que grupos terroristas, e os movimentos Wahhabitas são mais ativos e em nome de Islã praticam crimes, tem sido mais evidente a veracidade dos valores nobres islâmicos que a Revolução do Irã propagava. Hoje em dia, aparecem mais claro e distinto, o confronto e o antagonismo da percepção do Islã nobre com a outra abordagem retrasada e perversa e falsa apresentada em nome do Islã.

O Alcorão declarou, basicamente, na voluntariedade de aceitação da religião em que não pode ser necessário aceitar o pensamento de uma pessoa. Durante os últimos anos, a revolução islâmica do Irã, apenas tem atuado com raciocínio e com base nos valores transcendentais que incluía muçulmanos e não muçulmanos da nação iraniana.

Na outra frente, se localizam os seguidores de um movimento falso e perverso que são fanáticos, sem recorrer a logica e razão. O resultado desta mentalidade fechada é que os seguidores aniquilam qualquer oposição contra a sua convicção e as matam cruelmente. A violência e matança faz parte da natureza de grupos Wahhabitas que se chamam outros vertentes muçulmanos, os ateus.

Na Revolução Islâmica do Irã, a percepção e conscientização têm um papel decisivo e eficaz. O Imam Khomeni (R.A) o líder falecido da revolução, primeiramente e antes de efetuar qualquer ato contra o regime do Xá, consciencializou o povo sobre os crimes e traições do Xá e os seus companheiros. Além disso, ele e outros clérigos revolucionários familiarizaram o povo com os ensinamentos do Islã, para que ele possa escolher o rumo de Islã, com uma visão clarividente e com conhecimento. Por isso, apesar de dificuldades e várias pressões e conspirações de inimigos, o povo iraniano está firme e inabalável neste caminho luminoso. Mas da outra frente, os líderes Wahhabitas, evitam com severidade de uma percepção coletiva e a consciencialização do povo, isto é, por causa da inconveniência das suas opiniões e ideias, sabendo que qualquer compreensão e despertar dos seus seguidores pudessem causar efeitos perversas contra eles. Basicamente a percepção e consciência, são pontos antagônicos aos conceitos com ignorância, superstição, preconceito, assuntos que se encontra em abundancia no ritual wahhabita. Nas propagandas enganosas das redes de comunicações wahabitas, aproveitam dos sentimentos emocionais e fanatismo, no lugar da logica e razão.

A opinião publica e os votos do povo iraniano sempre desempenharam um papel determinante na Revolução Islâmica. A revolução alcançou a vitória por massas revolucionárias e continuadamente o povo através de votos e eleições elegeu os seus governantes. Imam Khomeini (RA) sobre o papel do povo na República Islâmica do Irã diz: “nós proclamamos a República Islâmica e a nação com suas frequentes manifestações votou nela”. Governo depende dos votos diretos da nação e se baseia por critérios islâmicos. Mas no pensamento dos lideres Wahhabitas o povo não tem valor e lugar. Os seus seguidores cegamente têm que obedecer e por ordem participar em guerras e para realizar os ambiciosos dos seus lideres, sacrificar suas vidas. Opinião publica não se importa no pensamento wahhabita e as pessoas até poderiam perder suas vidas a opinar.

O Islã considera um especial respeito à dignidade das mulheres e sublinha em seus papeis fundamentais na família e na sociedade. Por esta razão, o Imam Khomeini (R.A) reavivou a identidade Islâmica de mulheres iranianas e elas ao desempenhar o seu papel importante na família, foram capazes de determinar o destino do país e na defesa da sua religião, revolução e país.

Imam Khomeini dirigida às mulheres afirmou, "o Islã tem uma visão específico sobre as senhoras... esta atenção do Islã para as mulheres é mais do que para com os homens. A mulher desempenha uma tarefa sublime e no Islã elas são muito dignificadas".

Mas em alguns países islâmicos, em particular aqueles que estão sob a influencia de Wahhabismo ou ocidentalizados, as mulheres são consideradas como um instrumento de prazer sexual. Por exemplo, na Arábia Saudita, as mulheres não têm nenhum efeito no futuro do país, lhes são negado o direito de dirigir. Durante a guerra civil na Síria e no Iraque, grupos terroristas com publicidade enganosas atraíram milhares de mulher para estes dois países, cujo objetivo era assedia sexual. Estes terroristas nas regiões, onde tinham ocupado estupraram de um grande número de mulheres.

A unidade do mundo islâmico é dos objetivos estratégicos e permanentes da Revolução islâmica. Os líderes da revolução são sempre esforçados de manter muçulmanos unidos e coesos contra os inimigos vingativos. O líder da revolução aiatolá Ali Khamenei sobre a unidade afirmou: "hoje a unidade do mundo islâmico, é um objetivo sublime que se for alcançada, o mundo do Islã poderia realmente, com plena dignidade encontrar a pratica das disposições islâmicas. Todos os governos e nações devem ajudar...”.

Mas infelizmente a seita Wahhabita desde sempre procurava divisão entre os muçulmanos. Esta seita, sob diferentes desculpas, considera os seguidores de outros vertentes islâmicos como extraviados da religião islâmica, e merecidos a morte os seus oponentes. Hoje, no Iraque, Síria, Paquistão, Afeganistão, Nigéria e outros países islâmicos, os elementos de terrorismo matam os muçulmanos. Enquanto estes muçulmanos, também acreditam na mesma fé, Deus, o dia do juízo final e ao mesmo profeta e Alcorão e a Kaaba.

O Islã recomenda aos seguidores de não praticar injustiça e não submeter à opressão. Por este motivo, uma das características da Revolução Islâmica do Irã é lutar contra opressão. O povo iraniano lutou contra o regime autocrático de Pahlavi e resistindo contra a arrogância global e a conspiração sionista. Mesmo com base na Constituição da República Islâmica do Irã, a revolução islâmica apoia todos os oprimidos em qualquer parte do mundo.

Mas os Wahhabitas estão travando guerras e conflitos e por causa do seu belicismo, nos países islâmicos, massacraram muitas pessoas e trouxeram a devastação na Síria e no Iraque. Mas nunca lutaram contra EUA e o regime sionista.

Revolução Islâmica do Irã, no entanto, desde o início até agora, sempre foi pioneira na luta com os Estados Unidos e o regime sionista e apoiou à Palestina.

Em suma, se pode considerar o pensamento lógico e a razão da revolução islâmica como a árvore nobre descrita no Alcorão. Mas o pensamento dos fanáticos Wahhabitas é como uma arvore podre, que está em declínio e deterioração.

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