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Monday, 19 October 2015 09:54

A violação de direitos humanos no Ocidente, da ilusão a realidade – parte 19

A violação de direitos humanos no Ocidente, da ilusão a realidade – parte 19
Na semana passada, os Estados Unidos mais uma vez entraram em pânico com um tiroteio mortal numa escola. Um indivíduo armado na cidade 'Rosburg' no estado 'Oregon' entrou na Universidade de Oregon e atirou contra os estudantes. O tiroteio deixou, pelo menos, dezenas de mortos e feridos.

 

 

Após este incidente, Barack Obama numa reação no encontro com jornalistas disse: "mais uma vez, um tiroteio ocorreu nos Estados Unidos que matou gentes. Desta vez o incidente aconteceu em uma faculdade local em Oregon. Este evento significa que a vida de alguns das famílias americanas, mães, pais e seus filhos vai se mudar para sempre, devido a essa ocorrência. Isto significa que mais uma vez uma região ficou surpreendida pelo medo e sofrimento, porque o povo sabe que sua família ou seus filhos podem ser próximos vitimas. Mas como tinha dito diversas vezes sobre os tiroteios antes,          as nossas orações e solidariedades não são suficientes. Este nosso gesto não pode aliviar a dor e sofrimentos, bem com a fúria que nos sentimos em tais ocorrências. A nossa reação não evita este atos e mais assassinatos que em outras regiões dos EUA podem acontecer na próxima semana ou no mês que vem. Pode-se dizer que alguém que comete estes atos sofre de doença mental e emocional, independentemente da sua motivação. Mas note-se que nós não somos o único país do mundo que as pessoas com doenças mentais prejudicam outras pessoas. Mas nós somos o único país avançado no mundo que todos os meses temos assistido a tais ocorrências, que causam a matar de um monte de gente. Estes relatórios se tornam rotinas. A minha resposta desta tribuna é que se tornou uma rotina e normal o cometimento destes atos”.

O latrocínio e a violação armada nos Estados Unidos, desde muito tempo tem sido tornado um desafio continua diante dos governantes neste país. Especialistas, considera a liberdade a porta de armas, como um dos fatores envolvidos nestes incidentes trágicas. O recente tiroteio mortal foi o 142ª ocorrências deste tipo neste ano de 2015 nas escolas, logo a seguir do tiroteio numa escola fundamental em Sandy kok  na cidade de Newton estado de Connecticut em dezembro de 2012 e a milésima  ocorrências durante dois mandatos do Presidente Obama. É interessante saber que a partir de 1970 a 2000 apenas cerca de três mil pessoas foram mortas pelos efeitos dos atentados terroristas contra os Estados Unidos, mas nos mesmos anos, mais de 19 mil foram mortos a tiros.

Após este incidente o Barack Obama com um tom critico disse aos lobbies que apoiam a liberdade de porta de armas e republicanos: “ como podem estar tranquilos, alegando que porta de armas podem nos  levar em segurança e com armas estamos mais seguros? Estados Unidos é o único país avançado no mundo onde não existe uma logica e senso comum nas  bases dos códigos de porta de armas.”.

Cidadãos americanos não são as únicas pessoas que sofrem de violência armada, mas também muitas pessoas inocentes em outros países são vítimas de violência das forças armadas dos EUA e o seu exército e de interferência militar no seu país. Na semana passada, ao mesmo tempo em que a sociedade americana tinha sido chocada pelo evento de Oregon, foi bombardeado por forças americanas o hospital de médicos sem fronteiras na cidade de Kunduz, em Afeganistão, causando a morte e ferimento de dezenas de civis, incluindo pacientes, médicos e enfermeiras.

“Zaid Raad Hussein” responsável por assuntos de direitos humanos das Nações Unidas em uma declaração chamou o ataque” muito trágico, injustificável e provavelmente criminal”. Numa outra parte da declaração ele disse: "este incidente é profundamente chocante e deve ser investigado de forma independente, sendo o seu resultado divulgado publicamente e se determinar que (o ataque) tem sido intencional, ele pode ser considerado a crimes de guerra.”.

Os ataques de drones dos EUA no Afeganistão, desde o início deste ano, têm aumentado, a morte de apenas as milícias como alvo dos ataques. Nestes ataques, além de milícias, muitos civis também foram mortos. A continuação e expansão de ataque dos aviões não tripulados dos EUA após seis meses do início da nova missão de combate contra terrorismo de Washington no Afeganistão matou mais de 400 civis. Isto é, enquanto em Tratado de segurança Washington-Cabul, não menciona as operações de drones dos EUA. Então, qual é a base jurídica para EUA continuar nestes ataques de aeronaves não tripulados no Afeganistão?

Os ataques dos drones americanos no Afeganistão, além da violação do direito internacional, a soberania nacional e dos direitos humanos no país, têm aumentado a quantidade de perdas de civis também. Estatísticas sobre mortes em ataques de drones podem ser encontradas facilmente nos relatórios da mídia nacional e internacional. Baseando no relatório da Amnistia Internacional, durante as operações aéreas e ataques noturnos, milhares de pessoas foram mortas e suas famílias sem que a justiça as defenda, têm sido abandonados. De acordo com declaração do chefe da Anistia Internacional para a Ásia e Pacífico, o sistema judicial dos Estados Unidos sempre foi fraco. EUA nunca seguiu a ilegal matança de cidadãos afegãos por seus militares e outras violações de direitos humanos por eles. Provas e testemunhas evidenciam os crimes de guerra que foram até este momento ignorado.

Além da morte e o desaparecimento, a tortura e assédio de civis são outro violações de direitos humanos cometidos por forças militares no Afeganistão.

O Iraque é outro país que os militares dos EUA devido as suas intervenções causaram vários problemas para os seus cidadãos. "Margaret Kimberly" comentarista americana escreve: “a presença militar americana no Iraque é uma permanente tragédia na história da humanidade, na verdade, a morte é a única lembrança dos americanos expansionistas para o povo iraquiano”. São muito evidentes, os crimes e as violações de direitos humanos no Iraque. O povo americano não sabe que armas destrutivas e foguetes feitos de urânio enfraquecido que envenenaram o clima do Iraque, foram usados pela primeira vez em 1991 na guerra do Golfo Persico.

Eles não sabem que milhares de crianças iraquianas foram brutalmente mortas, devido às sanções alimentares e medicamentos por administração americana e pelo Ocidente. “O povo americano nunca tinha recebido noticias reais sobre a tragédia humana na cidade de Fallujah e como a fizeram as forças militares americanas.”

Nesta tragédia, em 2003, após a morte de um empreiteiro militar americano na cidade, a força militar americana invadiu o hospital de Fallujah, massacraram os pacientes, cortaram eletricidade e abastecimento de água neste hospital. Eles usavam neste crime histórico bombas de fósforo branco e “Mark77” em que danifica drasticamente o pelo e o osso humano. O resultado de uso de bombas de urânio enfraquecido e outras armas destrutivas aumentou o dano genético para as gerações futuras do Iraque. Foram nascidos Bebês em Fallujah sem o olho, ou só com um olho ou um membro fora do corpo, ou sem ou com duas cabeças.

Com base nas regras do direito humanitário (as leis da guerra) a morte de civis em conflitos armados, é a violação de direitos. A realidade é que o povo é a vítimas principal, sendo ignorada a sua vida; primeiramente, em qualquer operação militar e política é ameaçada. Mas os americanos e a OTAN por causa da sua força na estrutura internacional nunca tinham respondido por suas ações.

 

Ao falar sobre os crimes de guerra contra a humanidade, logo a opinião publica mundial vai para as guerras mundiais, e as pessoas como Hitler. Mas a formação dos EUA, desde quando chegaram os primeiros europeus a este continente remoto da civilização, foi sempre com a guerra e derramamento de sangue. A descoberta da América continuou com a morte de milhões de nativos e em seguida, recebendo milhões de escravos africanos. Somente na segunda metade do século XX, os EUA tinham planejado quase cem golpes militares e derrubando os governos e lideres e levaram ao cabo dezenas de vezes, direto e indiretamente, ocupação militar de países ou ameaça de intervenção militar.

A aparente intervenção, através de invadir pelas forças armadas, ameaçando ou recorrer ao golpe militar e a tentativa de derrubar os governos nacionais e populares, que não se submeteram aos planos e demandas unilaterais dos EUA ou a substitui-los por governos submissos aos interesses capitalistas, incluindo aos planos dos Estados Unidos da América, no recente século e especialmente desde o início da década de 1950 para executar e promover os seus interesses nos países em desenvolvimento e em particular o trabalho escravo do terceiro mundo.

A invasão e ocupação de vários países mostram os Estados Unidos como um criminoso e violador dos direitos humanos, incluindo a introdução de inúmeros crimes no Vietnã, Japão, Afeganistão, Iraque e outros países. Estes crimes sistematicamente foram encobridos pelas agencia midiáticas e políticos e nunca abriram uma pesquisa séria e julgamento destes casos já cometidos.

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