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domingo, 06 março 2016 15:27

As hienas pró-imperiais ameaçam a paz na Síria

As hienas pró-imperiais ameaçam a paz na Síria
A situação no Médio Oriente torna-se mais tensa devido às ameaças da Turquia e da Arábia Saudita; ameaças que não só vai contra o governo de Bashar al-Assad; como também são contra as negociações de paz no país árabe.

Isto irá decepcionar milhares de sírios que anseiam por paz após mais de quatro anos de conflito; e o governo sírio, tem a grande capacidade de emergir triunfante já que se recuperou uma grande quantidade de território que até ontem estava nas mãos de terroristas de Daesh; bem como a diplomacia e apoio de Moscou que permitiu a Damasco permanecer-se na arena política internacional. Riad e Turquia apoiados pelos Estados Unidos tornaram a região em um campo de assassinato em massa e provas para os experimentos que realizam as agências de inteligência ao serviço das grandes corporações de guerra. O governo de Erdogan como bom promotor do terrorismo joga suas cartas às desculpas de atacar os curdos sírios que têm mostrado um avanço na guerra contra o terrorismo que se está sendo travada na Síria.

Agora os ataques do exercito turco contra posições curdas na Síria, são uma resposta à perda de petróleo sírio que Ankara tem deixado de renunciar por terroristas de Daesh; Da mesma forma o regime de Erdogan e seus aliados sauditas na região buscam posicionar-se como os mestres e senhores sob o consentimento da União Europeia, NATO e já que a Turquia é um membro pleno e por seu posto do pentágono. Estes três elementos de intervencionismo global, são apresentados ao grito do mundo e antes de a mídia pedir as hienas treinadas de guerras (Turquia, Arábia Saudita) que não realizam uma ação militar na Síria; tudo isso para aparentar uma bandeira falsa que por outro lago preparam o cenário para a guerra contra a desbastada Síria governada por Assad e também contra os seus aliados, que provocaria uma catástrofe mais terrível que já tem causado.

O acionar de Moscou com músculos militares poderosos não só o mostrou aos terroristas que podem combater com terror, mas que o mostrou aos que ainda pensam dominar o mundo de uma forma unipolar que o Kremlin pôde e tem como mudar as correlações de forças em qualquer cenário. Como NATO tenta criar um cerco militar e mediático, e para o qual destinou bilhões de dólares e décadas; Moscou desabou de uma única respiração criando incerteza e medo nos estrategistas militares do Pentágono e psicologicamente batidos as grandes agências de inteligência a serviço do imperialismo.

As ações da Arábia Saudita e Turquia também estão centradas de resposta aos fatos que o Hezbollah e o Irã respaldam o presidente Bashar al-Assad e seu governo em sua luta contra os mercenários terroristas de Daesh. No mesmo contexto, a agressão turco-arábica aguarda com expectativa a tentar desafiar não só Moscou, mas sitiar o governo do Irã e, assim, seguir os passos de jogo de guerra dado por EUA em termos de assumir o controle total da região.

Antes de tudo este desordem mundial que tentam gerar os turcos e Arábia; a diplomacia de Moscovo esgotara todas as vias necessárias, incluindo as de continuar persuadindo o regime de Erdogan a desistir a loucura para por suas botas no território da Síria tal e como o têm veementemente, e da mesma forma Ankara tentar envolver a NATO a um confronto com a Rússia, que já meteram bastante lenha ao fogo da guerra que não queimou na Europa; mas sim, eles conseguiram transformar a lareira sensível de Oriente Médio.

A recente explosão de um carro-bomba na Turquia é, sem dúvida, a falácia que as agências de inteligência querem vender para justificar uma falsa luta contra os seus parceiros terroristas obtendo através do terror a desculpa perfeita para entrar no território sírio. Confrontados com esta ambição e loucura, as Nações Unidas como o órgão máximo não terá escolha a permanecer um meio e instrumento permitida já que os Estados Unidos e os governos pro imperialistas assim o exigirem.

Escrito pelo analista político nacional e internacional venezuelano Oglis Ramos . Formado em geografia e história. Colaborador de vários meios de comunicações europeias, tais como Diário Outubro e Jornal de Unidade de Espanha.

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