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sábado, 20 fevereiro 2016 11:06

A violência explode em Uganda para a eleição preliminar

A violência explode em Uganda para a eleição preliminar
A violência explode no segundo dia em Uganda após os primeiros resultados das eleições presidencial, que deu lugar como favorito para Presidente cessante Yoweri Museveni.

A polícia de Uganda cercou a sede principal do partido da oposição na sexta-feira neste país Africano, enquanto um helicóptero jogou gás lacrimogêneo para dispersar uma multidão que protestava contra os resultados preliminares anunciados pelo voto na quinta-feira. Museveni, que tem 30 anos no poder, aparece com vantagem nos resultados preliminares da Comissão Eleitoral.

A contagem dá quase 63 por cento dos votos, seguindo-lhe com 30 por cento, o líder da oposição, Kizza Besigye.

O líder da oposição foi de facto detido por agentes do Estado na sede do Fórum por Mudança Democrática (FDC), informou o porta-voz do partido, Semujju Nganda. Apoiantes do partido da oposição têm sido alvo de ataques da polícia com gás lacrimogêneo, munições reais no ar e granadas de efeito moral, acrescentou Nganda.

Os incidentes começaram depois que a polícia sacudiu à sede para evitar que o principal partido da oposição realizasse uma conferência de imprensa para acusar de fraude a Comissão Eleitoral.

Portanto, a votação foi estendida esta manhã na capital por falta de cédulas e urnas.

Além disso, o bloqueio pelo Governo de redes sociais como Witter e Face book, e a detenção de Bexigue, que foi libertado horas depois, agravou o clima de tensão.

Bexigue foi preso na segunda-feira durante uma marcha pública. "Precisamos de ajuda da comunidade internacional. A situação está ficando fora de mão aqui na nossa sede", escreveu o FDC em sua conta na rede social Witter, o que só poderia transmitir lentamente, através de redes privadas virtual (VPN, em Inglês).

O presidente em função de Uganda condenou os protestos e manifestou a disposição do Executivo para trabalhar com a oposição "se levada a sério o desenvolvimento do país." Além disso, Museveni disse que o acesso a redes sociais tem sido restrita para "deter a criação problemas.”.

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