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terça, 02 fevereiro 2016 14:52

Mais de 95% dos emigrantes portugueses não votaram nas eleições presidenciais

Mais de 95% dos emigrantes portugueses não votaram nas eleições presidenciais
Marcelo Rebelo de Sousa foi o preferido da diáspora portuguesa, mas as eleições presidenciais tiveram uma fraca mobilização: apenas 4,5% dos emigrantes inscritos foram votar.

Lisboa - A contagem de votos dos emigrantes portugueses nas eleições presidenciais de 24 de janeiro terminou, com o apuramento de resultados nos consulados de Londres e Caracas, e globalmente os números indicam uma elevada abstenção: 95,5% dos emigrantes recenseados não votaram.

Os dados da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas mostram que dos quase 302 mil emigrantes inscritos para votar nas presidenciais apenas 13.556 o fizeram. No total, nas eleições presidenciais de 24 de janeiro, que ditaram a vitória de Marcelo Rebelo de Sousa, a abstenção foi de 51,3%.

Os números da Comissão Nacional de Eleições (CNE), que até esta segunda-feira contabilizavam 71 dos 73 consulados portugueses no exterior, mostram que na diáspora lusa também foi Marcelo Rebelo de Sousa o candidato presidencial preferido.

Entre os pouco mais de 13 mil emigrantes inscritos que exerceram o seu direito de voto, 57% votaram em Marcelo para Presidente da República, enquanto 19% apoiaram António Sampaio da Nóvoa. Pouco mais de 8% votaram em Marisa Matias, 4,5% em Maria de Belém, 4% em Edgar Silva e 3,2% em Paulo de Morais.

No que respeita apenas ao Brasil, as presidenciais portuguesas mobilizaram apenas 2.570 eleitores, ou seja, 2,3% dos 113 mil emigrantes lusos no Brasil que estavam inscritos. Marcelo Rebelo de Sousa venceu com 67% dos votos, seguido por Sampaio da Nóvoa, com 12,3%.

Marcelo Rebelo de Sousa, que sucederá a Cavaco Silva, ocupará o Palácio de Belém nos próximos cinco anos. A tomada de posse acontecerá no dia 9 de março.

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