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quarta, 09 março 2016 13:47

Marcelo Rebelo de Sousa toma posse com mais de 500 convidados

Marcelo Rebelo de Sousa toma posse com mais de 500 convidados
Após dez anos sob a presidência de Cavaco Silva, o Palácio de Belém terá como inquilino Marcelo Rebelo de Sousa, que toma posse esta quarta-feira numa cerimônia para mais de meio milhar de personalidades.

Lisboa - É já esta quarta-feira, 9 de março, que Marcelo Rebelo de Sousa toma posse como o quinto Presidente da República de Portugal desde que o país derrubou a ditadura do Estado Novo, com a revolução de 25 de Abril de 1974. Marcelo assumirá o mais alto cargo da nação sob o testemunho de mais de 500 convidados.

As cerimónias desta quarta-feira começarão na Assembleia da República, em Lisboa, onde fará juramento, já depois de uma sessão de revista às tropas pelo presidente cessante, Cavaco Silva. No dia da tomada de posse Marcelo Rebelo de Sousa passará ainda pela maior mesquita de Lisboa, antes de terminar a jornada num concerto também na capital, durante o qual a fadista Mariza cantará o hino nacional.

A tomada de posse de Marcelo contará com altas individualidades de Portugal e do estrangeiro. Está prevista a presença do Rei de Espanha, do chefe de Estado de Moçambique e do presidente da Comissão Europeia, entre outros.

O programa oficial de tomada de posse apenas terminará na sexta-feira, 10 de março, com uma passagem de Marcelo Rebelo de Sousa pelo Porto, a segunda maior cidade portuguesa.

Marcelo Rebelo de Sousa, com 67 anos, venceu as eleições presidenciais de 24 de janeiro em Portugal com 52% dos votos. A maioria absoluta logo à primeira volta permitiu a Rebelo de Sousa evitar a disputa de uma segunda volta com o segundo candidato mais votado, António Sampaio da Nóvoa.

Marcelo, professor destacado da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, é uma das figuras de proa do Partido Social Democrata (PSD). Nos últimos anos marcou a agenda mediática portuguesa como comentador televisivo de política. Na campanha para as presidenciais de janeiro Marcelo Rebelo de Sousa procurou afastar-se da conotação com qualquer partido, apesar do apoio declarado que lhe foi feito pelo seu partido (PSD) e pelo CDS.

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